Transmitido originalmente em:Rádio CBN, Mais São Paulo Entrevistadoras: Renata Falzoni Data: 21/05/2018
Alexandre Moreira, membro da Cidadeapé, diz que existe um limbo sobre a responsabilidade de manutenção dos pavimentos, e defende que a calçada é mais que o trecho em frente a um imóvel.
Todos e todas estão convidados a participar da 38ª Reunião Geral da Cidadeapé, segunda-feira, 28/05/18, às 19h00, no Mobilab (Rua Boa Vista, 136, Mezanino), próximo ao Metrô São Bento.
Dia: Segunda-feira, 28/05/2018 Hora: Das 19h00 às 21h00 Local: Mobilab Endereço: Rua Boa Vista, 136, Mezanino Como chegar: Metrô São Bento, ou ônibus Terminal Dom Pedro II. Pode entrar com bicicleta. Acessível.
Imagem do convite: Metrô Sumaré. Foto: Andrew Oliveira
Todos e todas estão convidados a participar da 37ª Reunião Geral da Cidadeapé, segunda-feira, 23/04/18, às 19h00, no Mobilab (Rua Boa Vista, 136, Mezanino), próximo ao Metrô São Bento.
Dia: Segunda-feira, 23/04/2018 Hora: Das 19h00 às 21h00 Local: Mobilab Endereço: Rua Boa Vista, 136, Mezanino Como chegar: Metrô São Bento, ou ônibus Terminal Dom Pedro II. Pode entrar com bicicleta. Acessível.
Imagem do convite: Metrô Sumaré. Foto: Andrew Oliveira
Todos e todas estão convidados a participar da 36ª Reunião Geral da Cidadeapé, segunda-feira, 26/03/18, às 19h00, no Mobilab (Rua Boa Vista, 136, Mezanino), próximo ao Metrô São Bento.
Dia: Segunda-feira, 26/03/2018 Hora: Das 19h00 às 21h00 Local: Mobilab Endereço: Rua Boa Vista, 136, Mezanino Como chegar: Metrô São Bento, ou ônibus Terminal Dom Pedro II. Pode entrar com bicicleta. Acessível.
No dia 17 de fevereiro, Ciclocidade e Cidadeapé promoveram a atividade “A pé e bicicleta: aprendendo um com o outro”. O objetivo do encontro foi trocar conhecimentos fundamentais em mobilidade a pé e ciclomobilidade, para que os ativistas entendam melhor os principais conceitos e questões referentes à mobilidade ativa.
Realizada no âmbito do projeto “Iniciativa Global pela Segurança Viária”, a ideia era a atividade ajudasse ambas as organizações a discutir uma agenda mais robusta e integrada de políticas públicas de segurança viária, focada na proteção de pessoas a pé e de bike.
A Cidadeapé apresentou os princípios da mobilidade a pé e o conceito de rede de mobilidade a pé, que norteia grande parte de suas demandas por infraestrutura. Já a Ciclocidade abordou a evolução da sua atuação e do advocacy pela bicicleta ao longo da última década em São Paulo.
Os pontos altos da conversa foram o desafio de tratar a questão da convivência entre modos ativos sem cair nas armadilhas de opor ciclistas e pedestres e as principais ameaças que se acercam no contexto atual. Ao fim, os participantes convergiram em um tema prioritário para as próximas ações conjuntas da mobilidade ativa: é preciso unir forças para enfrentar a proposta de multar pessoas a pé e de bicicleta, que sinaliza claramente para a culpabilização das vítimas mais vulneráveis no trânsito brasileiro.
Publicado originalmente em: Archdaily Autoria: Cidade Ativa Data: 05/02/2018
Cidades ativas são aquelas em que a população pode fazer escolhas mais saudáveis e sustentáveis. Para que isso seja possível, as cidades devem proporcionar acesso a espaços públicos e serviços de qualidade a todas as pessoas, garantindo que possam passear, descansar, brincar e se exercitar em praças, parques e equipamentos. Cidades ativas são também compactas, nas quais a proximidade entre a moradia e o trabalho, escola, serviços, lazer faz com que as redes de mobilidade a pé, cicloviária e de transporte público sejam mais eficientes e melhores distribuídas no território. Assim, a escolha pelo modal a pé ou bicicleta nos deslocamentos diários se torna viável. Por isso, cidades ativas são, necessariamente, mais caminháveis.
Para garantir um planejamento adequado da rede e dos espaços dedicados a pedestres, é necessário equalizar o entendimento dos atores envolvidos – sejam do setor público ou privado – sobre o que é de fato mobilidade a pé:
O DESLOCAMENTO A PÉ É UM MODO DE TRANSPORTE
Para que haja o planejamento efetivo da rede, e que ela seja incorporada nas ações, programas e políticas públicas, é importante reconhecer o deslocamento a pé como um modo de transporte. Hoje, mais de 30% dos deslocamentos diários da população brasileira é feito exclusivamente a pé. Quando somados a esses todos os deslocamentos feitos por transporte público, já que necessariamente eles começam ou terminam com o caminhar, essa porcentagem chega a mais de 60% dos deslocamentos. Além disso, a Política Nacional de Mobilidade Urbana reconhece os modais ativos (ou não-motorizados) como meios de transporte, e a priorização do pedestre é exigida para os Planos de Mobilidade Urbana.
O DESLOCAMENTO A PÉ É O PRINCIPAL INTEGRADOR DE OUTROS MODOS DE TRANSPORTE
Todas as pessoas, em algum momento do dia, são pedestres. Seja no início ou no final da viagem, seja para caminhar até o ponto de ônibus/metrô, para o comércio próximo da moradia, local de trabalho ou no momento em que estaciona a bicicleta, o deslocamento a pé está presente.
O planejamento da rede de mobilidade a pé é relativamente mais complexo do que o da tradicional infraestrutura de transporte público coletivo (ônibus, metrô e outros). Na mobilidade a pé, os trajetos são muito mais flexíveis: os pontos de origem e destino – residência, edifício comercial, parques e praças – são muitos, trazendo a necessidade de se ter uma malha urbana amplamente conectada, garantindo a diversidade, articulação e continuidade entre todos esses pontos.
A MOBILIDADE A PÉ SE MANIFESTA EM DIFERENTES ESCALAS
Na escala da cidade, a mobilidade a pé está relacionada à definição de densidade populacional e à distribuição de usos do solo no território, o que influencia nas distâncias a serem percorridas. Uma cidade mais compacta é, portanto, mais caminhável porque as atividades do dia-a-dia estão mais próximas.
Na escala do bairro, o caminhar é influenciado, por exemplo, pela dimensão das quadras, continuidade das calçadas, posicionamento e frequência das travessias. Nela, é possível estabelecer rotas prioritárias de pedestres, garantir a conexão entre espaços públicos e principais destinos, como serviços e transporte público.
Por fim, mas talvez a mais importante, a mobilidade a pé se revela na escala do pedestre: o dimensionamento de calçadas, os materiais empregados no piso, a presença de árvores, iluminação dedicada ao pedestre, mobiliário urbano e a relação dos lotes privados e edificações com o passeio são aspectos que certamente influenciam na escolha pelo modal.
PESSOAS QUE CAMINHAM TÊM DIFERENTES CARACTERÍSTICAS E PODEM UTILIZAR A REDE PARA REALIZAR DIVERSAS ATIVIDADES
O caminhar está em toda parte e é feito por todas as pessoas, independente de suas habilidades (e se precisam, por exemplo, de algum dispositivo para caminhar) ou do propósito do deslocamento. Essa diversidade deve ser considerada no planejamento da rede. Para muitos caminhantes, a acessibilidade, por exemplo, é um quesito essencial no momento da escolha pelo modal a pé. Por isso, o desenho dos espaços deve ser inclusivo e priorizar as pessoas portadoras de deficiência e com mobilidade reduzida e, ainda, aquelas que transitam com carrinho de bebê ou compras. Uma rede de mobilidade a pé que responda a essas necessidades específicas será uma rede adequada a todos. É importante levar em conta que todos nós, em algum momento de nossas vidas (quando criança, com criança de colo, quando idoso ou após sofrer alguma lesão ou doença) exigimos que os espaços públicos atendam a nossas necessidades específicas. Por isso, a rede de mobilidade a pé deve ser sempre planejada considerando cada pedestre, respeitando suas limitações e priorizando sempre os mais vulneráveis. Com isso, estaremos caminhando rumo a cidades mais ativas.
Por fim, é importante reconhecer que as qualidades da rede são avaliadas continuamente pelos usuários. Entre os principais elementos utilizados, ainda que intuitivamente, pelos usuários para avaliar a opção pelo deslocamento a pé, destacam-se:
Utilidade: se a rede serve o propósito de promover o caminhar, se os pontos de origem e destino estão a uma distância – e tempo – adequada à necessidade do pedestre;
Acessibilidade: se os espaços podem ser percorridos por pessoas com diferentes capacidades e habilidades;
Conforto: se a rede e seus espaços proporcionam espaço suficiente para fluxo e permanência de pessoas, se oferecem conforto ambiental ou proteção às intempéries;
Segurança: em relação aos veículos motorizados ou contra crimes;
Atratividade: se os espaços foram planejados e desenhados considerando a escala da pessoa, se são interessantes e oferecem diversidade de usos para além da passagem.
Todos e todas estão convidados a participar da 35ª Reunião Geral da Cidadeapé, segunda-feira, 26/02/18, às 19h00, no Mobilab (Rua Boa Vista, 136, Mezanino), próximo ao Metrô São Bento.
Dia: Segunda-feira, 26/02/2018 Hora: Das 19h00 às 21h00 Local: Mobilab Endereço: Rua Boa Vista, 136, Mezanino Como chegar: Metrô São Bento, ou ônibus Terminal Dom Pedro II. Pode entrar com bicicleta. Acessível.
A Cidadeapé é parceira do Idec no debate “Desafios da Licitação de Ônibus de São Paulo”.
Confira na íntegra o convite do Idec:
Gostaríamos de convidá-lo(a) para o debate O futuro da mobilidade em São Paulo: desafios e oportunidades da nova licitação dos ônibus, organizado pelo Idec.
Local: Sindicato de Arquitetos no Estado de São Paulo (SASP) Endereço: Rua Araújo, 216, São Paulo Data: 22 de fevereiro (quinta-feira) Horário: 19h00
Sérgio Avelleda (Secretário de Mobilidade e Transportes da Prefeitura de São Paulo) Soninha Francine (Vereadora da Câmara Municipal de São Paulo) Clarisse Linke (Diretora do ITDP Brasil) Rodrigo Chauvert (Advogado do Programa de Mobilidade Urbana do Idec)
O Idec vem atuando na área de mobilidade urbana com objetivo de melhorar o serviço de transporte público, informando os usuários sobre seus direito e estimulando-os a exigi-los.
Estamos acompanhando o processo de licitação de ônibus da cidade de São Paulo, momento em que se definem os critérios de qualidade dos ônibus da cidade. A sua participação é muito importante, pois o envolvimento da população torna a discussão mais democrática. É nesse momento que as necessidades dos usuários devem ser inseridas no planejamento da rede de ônibus, para que tenhamos melhorias concretas nos próximos 15 anos.
Participe do debate e venha descobrir como se envolver no processo de licitação da sua cidade!
A Cidadeapé e a Ciclocidade convidam suas associadas e associados a participar da atividade “A pé e bicicleta: aprendendo um com o outro”.
Este sábado, 17/2, das 10h às 13h
Na sede da Ciclocidade – Rua Martins Fontes, 91, 11º andar
O objetivo do encontro é propiciar uma troca de conhecimentos fundamentais em mobilidade a pé e ciclomobilidade, onde serão apresentados e discutidos, de forma construtivas, conceitos referentes a esses modos de deslocamento.
Realizada no âmbito do projeto “Iniciativa Global de Segurança Viária”, a ideia é que essa atividade nos ajude a discutir uma agenda mais robusta e integrada de políticas públicas de segurança viária, focada na proteção de pessoas a pé e de bike.
Todos e todas estão convidados a participar da 34ª Reunião Geral da Cidadeapé, segunda-feira, 29/01/18, às 19h00, no Mobilab (Rua Boa Vista, 136, Mezanino), próximo ao Metrô São Bento.
Estatuto do pedestre – regulamentação (20 minutos)
Câmara Temática de Mobilidade a Pé (30 minutos)
34ª REUNIÃO GERAL DA CIDADEAPÉ
Dia: Segunda-feira, 29/01/2018 Hora: Das 19h00 às 21h00 Local: Mobilab Endereço: Rua Boa Vista, 136, Mezanino Como chegar: Metrô São Bento, ou ônibus Terminal Dom Pedro II. Pode entrar com bicicleta. Acessível.