Agradecimento – Conclusão do projeto de fortalecimento da participação social

A Cidadeapé finalizou o projeto “Fortalecimento da participação da sociedade civil nas políticas de mobilidade a Pé na cidade de São Paulo” selecionado  em 2017 na I Convocatória de Propostas para a Mobilidade a Pé e Mudança do Clima do Instituto Clima e Sociedade (ICS), com apoio do Fundo Socioambiental Casa.

Estamos muito felizes com a conclusão deste trabalho, que nos permitiu formalizar nossa associação, além de criar o Guia de Defesa da Mobilidade a Pé e promover as formações “Pedestres, defenda seus direitos”.

Gostaríamos de agradecer a iniciativa do ICS, com apoio do Fundo Casa em parceria com as organizações Como Anda, Corrida Amiga e Cidade Ativa.

Agradecemos à Escola de Ativismo, nossa madrinha fiscal no projeto, Carol Munis e Gabi Juns pela incrível facilitação das reuniões, Renata Morettin e coletivo oitentaedois pelos trabalhos de design e Flavio Freitas pelos contatos.

Ao MobiLab, Laboratório de Inovação em Mobilidade da Prefeitura de São Paulo, que teve papel fundamental ao ceder o espaço para as reuniões de planejamento estratégico e foi o palco da assembleia de constituição.

Ao Instituto Probono, que prontamente atendeu à solicitação da Cidadeapé, e permitiu que fôssemos assessorados pelo Machado Meyer, um dos maiores escritórios de São Paulo, tendo contado com excelente trabalho de Fernando Mau, Gustavo Ceridorio e equipe.

Que venham novos projetos!

A Cidadeapé tem estatuto, diretoria e conselho de administração

A Cidadeapé acaba de dar um importante passo na sua história: em 16/05/2018, foi realizada sua Assembleia de Constituição. Vinte e um sócios fundadores aprovaram o estatuto social da associação e elegeram sua primeira diretoria e conselho de administração. Com a formalização esperamos ter mais representatividade e  fôlego para trazer o olhar do pedestre para as questões da cidade.

Em 2015, algumas pessoas começaram a conversar sobre como jogar luz na questão da caminhabilidade, um pouco inspiradas pelos movimentos de ciclistas. O movimento foi crescendo, ganhou centenas de simpatizantes cadastrados, começou a funcionar como um grupo de ativismo e depois de muito trabalho, e várias vitórias, ganha formalização.

Nas palavras de um dos nossos  conselheiros eleitos, Mauro Calliari, a Cidadeapé é formada de “pessoas que estão dispostas a dar um pouco do seu tempo e energia para a cidade, [uma] turma que gosta de caminhar, gosta da cidade e que anda brigando para que as políticas públicas levem em conta o ponto de vista do pedestre.”

Aproveitamos a oportunidade para agradecer àqueles que nos ajudaram no processo de formalização:

   Sócios Fundadores

  • Alexandre  Moreira
  • Ana Carolina  Nunes
  • Andrew de Oliveira
  • Carlos Aranha
  • Carlos Kogl
  • Eduardo Dias
  • Élio  Camargo
  • Flavio Soares
  • Gilberto de Carvalho
  • Glaucia Pereira
  • Hannah Machado
  • Herika Pritsch
  • José Francisco Folco
  • Kelly Cristina Augusto
  • Letticia Rey
  • Margareth Cardozo
  • Meli Malatesta
  • Mauro  Calliari
  • Rafael Drummond
  • Rafael Calabria
  • Thiago Benicchio

Diretoria

Conselho de Administração

Diretor Administrativo
Alexandre  Moreira

Diretora de Relacionamento
Ana Carolina Nunes

Diretora Financeira
Glaucia Pereira

Melli Malatesta

Mauro  Calliari

Rafael Calabria

 

Veja aqui o Estatuto Social da Cidadeapé.

 

Quer fazer parte deste movimento?

Todas e todos são bem-vindos a participar e a batalhar por uma cidade com mais qualidade , liberdade e segurança para quem anda a pé.

Comece recebendo nossas novidades por e-mail: cadastre-se aqui

Ou veja aqui as maneiras como você pode participar mais ativamente.

Se quiser conhecer um pouco mais da história da Cidadeapé, abaixo dois textos sobre a nossa trajetória:

“Cidadeapé. Nasce uma associação para dar voz a quem anda a pé em São Paulo”

Publicado originalmente em: Caminhadas Urbanas, Estadão
Autor:  Mauro Calliari
Data: 17/05/2018

Ontem [16/05/2018], foi formalizada a Cidadeapé, uma ONG que está pensando na qualidade da experiência mais básica da cidade: andar a pé.

A voz do pedestre

A maioria dos deslocamentos diários em São Paulo é feita a pé. Apesar disso, quem anda a pé na cidade às vezes parece não ter voz.

Nas grandes discussões sobre o futuro da mobilidade da cidade, encontramos associações de todos os tipos – representando motoristas de taxi, donos de aplicativos, sindicatos das empresas de ônibus, moradores, comerciantes, perueiros, empresas de automóveis, associações de ciclistas e até o sindicato dos “mensageiros” e motociclistas.

Nesse emaranhado de interesses, parece estranho mas existe uma que ainda é pouco ouvida: a de quem anda a pé.

Pedestres se organizam

Nos últimos anos, porém, começaram a aparecer várias organizações ligadas à caminhabilidade. São grupos que falam do prazer e das dificuldades do caminhar e convidam à reflexão sobre o tema.

Um desses grupos começou a se encontrar em 2015, a partir da organização de cinco pessoas – Joana Canedo, Rafael Calabria, Leticia Sabino, Carlos Aranha e Tiago Benício e acabou fundando a Associação de Mobilidade a pé — simplificada depois para Cidadeapé  — um pouco inspirada por organizações de ciclistas, que estão conseguindo trazer o tema da bicicleta para o debate de mobilidade na cidade.

Outras pessoas e grupos foram se aproximando – e há cada vez mais grupos de gente que está pensando nisso –  Sampapé, Cidade Ativa, Corrida Amiga, Como Anda e até a comissão de mobilidade a pé da ANTP, uma ONG que tradicionalmente defendeu o transporte público e tem em Meli Malatesta, uma ex-funcionária do CET, uma defensora histórica dos pedestres.

Pedestres no sinal da Av. São Luiz. Foto: Mauro Calliari

Pedestre, um esquecido

A primeira característica do movimento é a consciência de que a mobilidade a pé tem poucos defensores. Uma das razões para isso pode ser a falta de identificação com uma causa razoavelmente difusa – quem é que se refere a si mesmo como “pedestre”? Nós adotamos papéis durante o dia e o de pedestre é apenas um deles.

A questão cultural começa com o predomínio do carro desde meados do século XX. Nossas cidades eram viáveis para quem tinha carro e ruins para quem não tinha. O carro sempre foi o passaporte para ter direito à cidade.

Nesse processo, quem anda a pé é visto como aquele que não conseguiu comprar seu carro e, por conseqüência, é alguém que deveria se relegar às migalhas da urbanização. Por isso o termo “pedestre” ainda tem, na língua portuguesa, um significado de “rasteiro”, “inferior”.

Só que isso está mudando rapidamente. O excesso de automóveis congestionou as ruas, poluiu o ar e atrapalhou a vida cotidiana nas calçadas.

Hoje em dia, no mundo todo, as cidades estão questionando esse predomínio, derrubando viadutos, diminuindo as velocidades e aumentando a área para pessoas. Andar a pé na cidade está mudando de status rapidamente, assim como andar de bicicleta. Um dia, talvez mais cedo do que pensamos, será muito mais bacana chegar com seu próprio pé até os lugares, entrar e sair do transporte público quando quiser, experimentando a cidade, e vendo gente do que ficar parado num congestionamento.

Calçada inacessível. Foto: Mauro Calliari

A disputa é pelo espaço urbano

Claro que não há ninguém que diga que os pedestres não são importantes, mas é preciso fazer escolhas a respeito de bens finitos: o espaço e o tempo. É aqui que mora o conflito

Cada decisão sobre o espaço envolve uma disputa. Uma nova faixa de ônibus precisa tirar espaço de carros. O aumento de calçada em lugares superlotados, como nas saídas de estações da CPTM vai acabar inevitavelmente tirando espaço de alguém, provavelmente do tal “leito carroçável”. Uma ciclovia precisa de espaço. Da mesma maneira, o aumento do tempo de travessia de pedestres significa diminuição do tempo para carros, motos, bicicletas, ônibus passarem.

Há ainda outra variável que pode ajudar a elucidar quem seriam os opositores naturais aos projetos ligados à mobilidade a pé: a briga pelos recursos orçamentários. O conserto de calçadas compete, em termos de recursos, com outras ações da prefeitura. Os membros do movimento a favor do pedestre sabem disso e parecem estar conscientes de que é preciso falar mais alto para aumentar a destinação desses recursos para suas causas.

A intermediação dos conflitos é papel da prefeitura, que, por sua vez, está começando, lentamente, a mudar para aumentar a prioridade para o transporte público e para a chamada “mobilidade ativa”, bicicletas, e, claro, o pé.

É uma mudança grande: historicamente, no Brasil, com pouquíssimas e louváveis exceções, governantes, legisladores, secretários andam exclusivamente de carro, até com motoristas. Como esperar que alguém que nunca pegou um ônibus se lembre de melhorar o acesso a pé até um terminal? Ou de colocar uma faixa de pedestre no acesso a uma ponte?

A disputa pelo espaço urbano tem hoje, um claro perdedor – o pedestre. Foto: Mauro Calliari

Como melhorar a “caminhabilidade”

Para melhorar a vida de quem anda a pé e estimular a cidade a montar uma infraestrutura de caminhabilidade digna, Ana Carolina Nunes, diretora de relacionamento da Cidadeapé acredita que o caminho é tentar influenciar as políticas públicas para garantir prioridade – e orçamento – para melhorar a situação de calçadas ruins, sinalização inadequada, falta de acessos, o perigo dos atropelamentos, insegurança e a falta de atenção de motoristas.

Isso significa adotar o ponto de vista quem anda para analisar cada nova lei, cada nova ação: da licitação dos terminais de ônibus à lei de mobilidade; do tamanho das calçadas aos limites de velocidade.

Caminhadas Urbanas e Cidadeapé

Estamos muito longe ainda, mas acho que andar do ponto A ao ponto B pode ser feito de forma prazerosa. É um processo que talvez ainda demore, mas que tende a ir melhorando à medida que a voz do caminhante seja ouvida e mais e mais pessoas estiverem nas ruas.

Há crianças que poderiam estar indo a pé para a escola se houvesse uma infraestrutura melhor, há cadeirantes que só sairão de casa quando conseguirem calçadas lisas, largas e com rampas, há velhinhos que não encontram vizinhos por medo das ruas.

Acredito que grande parte dos pequenos trajetos – e até dos grandes- pode ser feita a pé ou conjugada com o uso do transporte público.

Eu me juntei ao grupo e agora também faço parte da Cidadeapé. Acho que é uma maneira de doar um tempo e energia para ajudar a melhorar um pouco a experiência mais básica da cidade – andar a pé.

Se você quiser conhecer, esse é o link do Cidade a pé – https://cidadeape.org e esse é o link para se associar http://cidadeape.us10.list-manage.com/subscribe?u=0522de1fcc7b728cf30b33f5e&id=953df86feb

Imagem do post: Caminhar é ter direito à cidade. Foto: Adilson Miguel

A Cidadeapé está formalizada!!!

Aconteceu ontem, dia 16/05/2018, a Assembleia de Constituição da Cidadeapé!

Estamos todos muito felizes com este importante passo na nossa história e, esperamos, na história da mobilidade sustentável e de qualidade na cidade de São Paulo.

Em breve mais detalhes sobre nosso estatuto e nova diretoria!

Fotos e vídeo: Andrew Oliveira/Cidadeapé

Assembleia Geral de Constituição da Cidadeapé

Passo importante na nossa caminhada!
A Cidadeapé vai se formalizar institucionalmente. Venha fazer parte da nossa história!

Depois de diversas reuniões de planejamento, temos nosso estatuto e uma visão mais definida para a nossa associação. Quarta-feira, dia 16/05, vamos realizar uma Assembleia Geral com a seguinte ordem do dia:

  1. a constituição de uma associação civil sem fins lucrativos sob a denominação de CIDADEAPÉ – ASSOCIAÇÃO PELA MOBILIDADE A PÉ EM SÃO PAULO (“Cidadeapé”),
  2. a eleição dos membros do Conselho de Administração da Cidadeapé;
  3. a eleição dos membros da Diretoria da Cidadeapé; e
  4. a definição da contribuição anual a ser paga pelos associados da Cidadeapé.

Vamos confraternizar após o evento.

Agradecemos todas e todos que fizeram parte da nossa caminhada até aqui. E vamos continuar, mais fortalecidos, com a visão de uma cidade onde se possa caminhar com liberdade, qualidade e segurança, a fim de humanizar as relações no espaço público e melhorar a qualidade de vida.

Assembleia Geral de Constituição

Dia: Quarta-feira, 16/05/2018
Hora: Das 19h às 21h
Local: MobiLab, Laboratório de Mobilidade Urbana
Endereço: Rua Boa Vista, 136, Mezanino
Como chegar: Metrô São Bento, ou ônibus  Terminal Dom Pedro II. Pode entrar com bicicleta. Acessível.
 

 

Projeto

Fortalecimento da participação da sociedade civil nas políticas de Mobilidade a Pé na cidade de São Paulo

Formalização institucional da Cidadeapé – Última reunião

Estamos chegando ao final de nossa caminhada em direção à formalização institucional da Cidadeapé. Nossa última reunião será este sábado, 21/04/18, das 8:30 às 13:00, no MobiLab.

Na reunião de 7/4 discutimos bastante as estratégias da organização: os objetivos macro e as linhas de atuação, ou seja, como a Cidadeapé responde à realidade.

No próximo sábado vamos entrar na parte mais organizacional: como vamos nos estruturar, como vamos nos organizar internamente, como será a gestão da associação e nossa atuação na prática.

Venha nos ajudar a construir nossa associação!

Mais informações aqui.

Sessão 4: Planejamento Estratégico 3

Dia: Sábado, 21/04/2018
Hora: Das 8h30 às 13h00
Local: MobiLab, Laboratório de Mobilidade Urbana
Endereço: Rua Boa Vista, 136, Mezanino
Como chegar: Metrô São Bento, ou ônibus  Terminal Dom Pedro II. Pode entrar com bicicleta. Acessível.
 

Como foi o encontro anterior da Cidadeapé, em 07 de abril?

Consolidamos as linhas gerais do planejamento estratégico: o objetivo macro, seus dois eixos principais – poder público e sociedade – e as estratégias de cada um. Listamos, ainda, as linhas de ação que cada estratégia abarca. Com isso, compusemos o caminho crítico da organização.

O que esperar do próximo e último encontro, de 21 de abril?

Vamos refletir que tipo de organização precisamos para tornar realidade esse objetivo estratégico. Olharemos para aquilo que queremos manter, abandonar e construir. Por fim, desenharemos acordos organizacionais e operacionais: formalização, fundos, equipe, papeis… E, como falar de gestão é algo que toca em nossos conflitos e necessidades, vamos construir um processo de fala franca, abertura e percepção do efeito de nossas palavras e ações sobre o todo.

Tem alguma lição de casa?

Ótima pergunta! É necessário que todo mundo leia a Relatória dos três encontros anteriores. No final do arquivo tem também um jogo para ser preenchido em casa, com gabarito divulgado no encontro.

Calendário

Sessão 1: Sábado, 10/3/2018, das 8h30 às 17h30
Sessão 2: Sábado, 24/3/2018, das 8h30 às 12h30
Sessão 3: Sábado, 7/4/2018, das 8h30 às 12h30
Sessão 4: Sábado, 21/4/2018, das 8h30 às 12h30
Assembleia Constituinte: Sábado, 5/5/2018, das 8h30 às 12h30

Todas as sessões serão realizadas no MobiLab, Laboratório de Mobilidade Urbana, ao qual agradecemos o apoio!

Facilitadoras


CAROLINA MUNIS participa da Escola de Ativismo desde 2013 facilitando processos de aprendizagem e coordenando um programa de pequenos financiamentos em fluxo para grupos ativistas. É uma das coordenadoras do Cursinho Popular Transformação. Colabora como revisora e co-editora da plataforma Beautiful Rising. Recentemente, completou o curso Essência da Facilitação, que exercita a presença e observação do facilitador. É graduada em Relações Internacionais.

GABI JUNS tem cinco anos de experiência em facilitação processos de planejamento no terceiro setor e aprendizagem de coletivos e organizações ativistas na Escola de Ativismo. É comunicadora e designer gráfico: traz um componente de organização visual da informação nas facilitações. Utiliza metodologias radicalmente participativas para construções compartilhadas. Recentemente, se formou moderadora pela H+K

Projeto

Fortalecimento da participação da sociedade civil nas políticas de Mobilidade a Pé na cidade de São Paulo

Formalização institucional da Cidadeapé – Terceira reunião

O terceiro encontro de planejamento estratégico da Cidadeapé será este sábado, 7/4/2018. Vamos continuar discutindo o que pretendemos alcançar com a associação e como atingir nossos objetivos.

O segundo encontro, ocorrido em 24/3, teve como foco a VISÃO e a MISSÃO da organização e os objetivos maiores da organização. Os aspectos essenciais foram lançados e as conversas produziram subsídios para a auto-percepção da Cidadeapé como organização. 

Sessão 3: Planejamento Estratégico 2

Dia: Sábado, 07/04/2018
Hora: Das 8h30 às 13h00
Local: MobiLab, Laboratório de Mobilidade Urbana
Endereço: Rua Boa Vista, 136, Mezanino
Como chegar: Metrô São Bento, ou ônibus  Terminal Dom Pedro II. Pode entrar com bicicleta. Acessível.
 

O que aconteceu no segundo encontro da Cidadeapé, em 24 de março?

O plano era fechar os textos de missão e visão e, a partir deles, já lançar as bases do planejamento estratégico: os objetivos macro. Ao final do encontro, acabamos permanecendo na discussão dos textos de missão e visão, sem conseguir consolidar o restante. Mas os insumos para o desenho dos objetivos macro e estratégias de ação foram produzidos!

O que esperar do encontro de 07 de abril?

Vamos consolidar o planejamento estratégico, resgatando os insumos gerados no encontro anterior e investigando como eles já apontam para os objetivos macro e estratégias de ação. A ideia não é fazer um planejamento “modelo”, e sim um planejamento que de fato ajude a tomar decisões, orientar e avaliar internamente o trabalho da Cidadeapé. Assim, o que vai guiar a discussão é a necessidade concreta da organização e suas pessoas.

E depois?

Se conseguirmos fechar o planejamento estratégico – objetivos macro e estratégias de ação – neste encontro, o último encontro será inteiramente dedicado à gestão e ao arranjo organizacional. Vamos avaliar as práticas que já existem, legitimar as que consideramos boas e movimentar aquelas que nos prejudicam.

Saiba mais aqui sobre a Formalização Institucional da Cidadeapé.

Calendário

Sessão 1: Sábado, 10/3/2018, das 8h30 às 17h30
Sessão 2: Sábado, 24/3/2018, das 8h30 às 12h30
Sessão 3: Sábado, 7/4/2018, das 8h30 às 12h30
Sessão 4: Sábado, 21/4/2018, das 8h30 às 12h30
Assembleia Constituinte: Sábado, 5/5/2018, das 8h30 às 12h30

Todas as sessões serão realizadas no MobiLab, Laboratório de Mobilidade Urbana, ao qual agradecemos o apoio!

Facilitadoras


CAROLINA MUNIS participa da Escola de Ativismo desde 2013 facilitando processos de aprendizagem e coordenando um programa de pequenos financiamentos em fluxo para grupos ativistas. É uma das coordenadoras do Cursinho Popular Transformação. Colabora como revisora e co-editora da plataforma Beautiful Rising. Recentemente, completou o curso Essência da Facilitação, que exercita a presença e observação do facilitador. É graduada em Relações Internacionais.

GABI JUNS tem cinco anos de experiência em facilitação processos de planejamento no terceiro setor e aprendizagem de coletivos e organizações ativistas na Escola de Ativismo. É comunicadora e designer gráfico: traz um componente de organização visual da informação nas facilitações. Utiliza metodologias radicalmente participativas para construções compartilhadas. Recentemente, se formou moderadora pela H+K

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Formalização institucional da Cidadeapé – Segunda reunião

Depois de uma reunião muito produtiva no dia 10/3, na qual trabalhamos para reconhecer o caminho e a cultura da associação até o hoje e conectar com a responsabilidade de cada um nessa história, conseguimos começar a elaborar nossos VALORES organizacionais e iniciamos a criação da nossa VISÃO e da nossa MISSÃO.

A próxima reunião é este sábado, 24/03/18, das 8:30 às 12:30, no MobiLab.

Sessão 2: Planejamento Estratégico 1

Dia: Sábado, 24/03/2018
Hora: Das 8h30 às 12h30
Local: MobiLab, Laboratório de Mobilidade Urbana
Endereço: Rua Boa Vista, 136, Mezanino
Como chegar: Metrô São Bento, ou ônibus  Terminal Dom Pedro II. Pode entrar com bicicleta. Acessível.
 

 

Sobre as sessões

O que aconteceu no primeiro encontro, em 10 de março?

Fizemos o primeiro “mergulho” na organização, olhando para sua história recente, seus vínculos e sua potência – e também para os obstáculos e desejos não realizados. Refletimos, ainda, sobre a forma como a Cidadeapé se constitui a partir de valores, crenças e premissas, sejam elas organizacionais ou das suas pessoas integrantes.

E o que vai acontecer no segundo encontro, em 24 de março?

Vamos consolidar a trilha construída no final do encontro anterior – visão, missão e valores – e verificar quais elementos do contexto externo são relevantes para o trabalho da Cidadeapé. Com isso, daremos início ao planejamento estratégico. Será o momento de prototipar, criar, imaginar futuros possíveis.

E depois?

Depois, pé no chão! Vamos olhar para essa co-criação, selecionar aquilo que de fato iremos abraçar e pensar que tipo de organização temos que ser para ter sucesso nisso. Fecharemos o planejamento estratégico, diretrizes de gestão e arranjo organizacional e acordos de implementação.

 

Calendário

Sessão 1: Sábado, 10/3/2018, das 8h30 às 17h30
Sessão 2: Sábado, 24/3/2018, das 8h30 às 12h30
Sessão 3: Sábado, 7/4/2018, das 8h30 às 12h30
Sessão 4: Sábado, 21/4/2018, das 8h30 às 12h30
Assembleia Constituinte: Sábado, 5/5/2018, das 8h30 às 12h30

Todas as sessões serão realizadas no MobiLab, Laboratório de Mobilidade Urbana, ao qual agradecemos o apoio!

Facilitadoras


CAROLINA MUNIS participa da Escola de Ativismo desde 2013 facilitando processos de aprendizagem e coordenando um programa de pequenos financiamentos em fluxo para grupos ativistas. É uma das coordenadoras do Cursinho Popular Transformação. Colabora como revisora e co-editora da plataforma Beautiful Rising. Recentemente, completou o curso Essência da Facilitação, que exercita a presença e observação do facilitador. É graduada em Relações Internacionais.

GABI JUNS tem cinco anos de experiência em facilitação processos de planejamento no terceiro setor e aprendizagem de coletivos e organizações ativistas na Escola de Ativismo. É comunicadora e designer gráfico: traz um componente de organização visual da informação nas facilitações. Utiliza metodologias radicalmente participativas para construções compartilhadas. Recentemente, se formou moderadora pela H+K

Projeto

Fortalecimento da participação da sociedade civil nas políticas de Mobilidade a Pé na cidade de São Paulo

Formalização institucional da Cidadeapé

A Cidadeapé está se preparando para se formalizar como associação. Para tanto, precisamos discutir o que a Cidadeapé é e o que pretende ser; avaliar os esforços empreendidos até agora; definir os objetivos da associação e futuras ações; determinar nossa gestão assim como formas de assegurar recursos para seu funcionamento.

Teremos quatro sessões de discussão facilitadas por profissionais de planejamento de organizações ativistas: Carolina Munis e Gabi Juns.

Venha nos ajudar a construir nossa associação!

Sessão 1: Missão, Visão, Valores e Estatuto

Dia: Sábado, 10/03/2018
Hora: Das 8h30 às 17h30
Local: MobiLab, Laboratório de Mobilidade Urbana
Endereço: Rua Boa Vista, 136, Mezanino
Como chegar: Metrô São Bento, ou ônibus  Terminal Dom Pedro II. Pode entrar com bicicleta. Acessível.
 

 

Sobre as sessões

Teremos quatro sessões de discussão nos meses de março e abril que vão nos dar os subsídios para que possamos:

  1. Definir nossos Objetivos, Missão e Valores
  2. Nortear a elaboração o estatuto da associação
  3. Desenvolver um plano estratégico

Sessão 1

A primeira sessão terá 8 horas de duração, para a discussão coletiva dos elementos necessários para a elaboração do nosso estatuto social, o documento que organiza a estrutura de funcionamento e administração da organização, além de nossos objetivos e atividades. Entre eles:

  1. Declaração de Missão, Visão e Valores
  2. Finalidade da associação
  3. Atividades que a associação se propõe a exercer
  4. Gestão

Sessões 2, 3 e 4

As demais sessões terão 4 horas cada e servirão para elaborar o plano estratégico da Cidadeapé para os próximos meses ou anos.

Finalmente realizaremos a Assembleia Constituinte da Cidadeapé num sábado festivo de maio!

Calendário

Sessão 1: Sábado, 10/3/2018, das 8h30 às 17h30
Sessão 2: Sábado, 24/3/2018, das 8h30 às 12h30
Sessão 3: Sábado, 7/4/2018, das 8h30 às 12h30
Sessão 4: Sábado, 21/4/2018, das 8h30 às 12h30
Assembleia Constituinte: Sábado, 5/5/2018, das 8h30 às 12h30

Todas as sessões serão realizadas no MobiLab, Laboratório de Mobilidade Urbana, ao qual agradecemos o apoio!

Venha preparado para a discussão!

Sebrae: Roteiro para criar uma associação

IDIS: Diferenças entre Associação e Fundação

SocialImpact: 10 elementos essenciais de um estatuto social

Facilitadoras


CAROLINA MUNIS participa da Escola de Ativismo desde 2013 facilitando processos de aprendizagem e coordenando um programa de pequenos financiamentos em fluxo para grupos ativistas. É uma das coordenadoras do Cursinho Popular Transformação. Colabora como revisora e co-editora da plataforma Beautiful Rising. Recentemente, completou o curso Essência da Facilitação, que exercita a presença e observação do facilitador. É graduada em Relações Internacionais.

GABI JUNS tem cinco anos de experiência em facilitação processos de planejamento no terceiro setor e aprendizagem de coletivos e organizações ativistas na Escola de Ativismo. É comunicadora e designer gráfico: traz um componente de organização visual da informação nas facilitações. Utiliza metodologias radicalmente participativas para construções compartilhadas. Recentemente, se formou moderadora pela H+K

Projeto

Fortalecimento da participação da sociedade civil nas políticas de Mobilidade a Pé na cidade de São Paulo