CalçadaCilada2016: Ponte Rio—São Paulo pela mobilidade a pé e acessibilidade universal

Neste sábado, tem ação da #CalçadaCilada 2016!

Uma ação da Corrida amiga com a Cidadeapé, a Comissão Técnica de Mobilidade a Pé e Acessibilidade da ANTP e nosso parceiro carioca: Caminha Rio. Isso mesmo!!! Será uma ato simbólico de irmandade entre a rede dentro da campanha Calçada Cilada na luta por cidades caminháveis e acessíveis.

Vai ser logo após após o 3º módulo da série de Formações em Mobilidade a Pé. Ao concluirmos nossos estudos a respeito do “Pedestre na Lei”, vamos às ruas para caçar #CalçadaCilada!

Todos estão convidados a participar. É só ir se encontrar com a gente às 16h30.

#AcessibilidadeUniversal App #Cidadera #MobilidadeAPé
#Corridaamiga #ANTP #Cidadeapé #CaminhaRio

Dia: Sábado, 12/03/2016
Hora: 16h30
Local: Na frente do Colégio Equipe
Endereço: Rua São Vicente de Paula, 374

Evento no FacebookCalçadaCilada2016: Ponte Rio—São Paulo pela mobilidade a pé e acessibilidade universal

“Em São Paulo ativistas pintam corpos no asfalto em protesto por mortes de pedestres”

Publicado originalmente em: Mobilize
Autor: Ana Nunes e Du Dias
Data: 26/11/2015

Nesta quinta-feira (26) as ruas ao redor do prédio que abriga o Instituto Tomie Ohtake, na região de Pinheiros, zona oeste de São Paulo, amanheceram com dezenas de corpos pintados no asfalto. Os desenhos estão acompanhados do número 555, representando os pedestres assassinados no trânsito da cidade durante o ano de 2014, a maioria deles vitimas de atropelamentos. A intervenção é um protesto contra as centenas de vidas interrompidas todos os anos pela violência do trânsito.

A intervenção ocorreu durante a noite de quarta-feira (25), quando um grupo de ativistas pela mobilidade a pé percorreu algumas ruas do entorno das avenidas Brigadeiro Faria Lima e Pedroso de Moraes, marcando o asfalto com as figuras. A região foi escolhida pois é ali, no prédio do Instituto Tomie Ohtake, que acontece o primeiro Seminário Internacional Cidades a Pé, com a presença de autoridades de trânsito e transporte de outras partes do Brasil e de outros países. Segundo os ativistas o protesto tem como objetivo provocar a reflexão sobre a brutalidade da cidade com as pessoas que andam a pé.

Não foi acidente

A indignação que move o protesto ganha ainda mais substância em uma semana na qual uma criança de 11 anos é assassinada por um motorista embriagado em Sapopemba, na Zona Leste, enquanto brincava no canteiro central da avenida Arquiteto Villanova Artigas. Apesar do teor violento de crimes como esse, muitos veículos de imprensa chamam atropelamentos de “acidentes”, ignorando a discrepância na relação de forças entre a carroceria de um veículo e o corpo de uma pessoas que anda a pé ou de bicicleta pela cidade.

O Código de Trânsito Brasileiro prevê a responsabilidade dos veículos maiores sobre a segurança dos menores. Isso significa que todas os elementos da mobilidade são responsáveis pela incolumidade do pedestre, o mais vulnerável da cadeia. Com a ação o grupo pretende chamar atenção para a responsabilidade pela segurança das pessoas, que deve ser compartilhada entre o poder público, que desenha as vias, e a população, que as utiliza. “Não admitimos nenhuma morte no trânsito, ainda mais quando centenas de pedestres são assassinados em decorrência da irresponsabilidade de motoristas e omissão do poder público. É por cada uma das 555 vidas ceifadas na cidade de São Paulo que realizamos esse ato”, argumenta o sociólogo Andrew Oliveira, participante do protesto e intérprete do Super-Ando, super-herói criado por coletivos ligados à mobilidade a pé para valorizar a identidade dos pedestres e simbolizar a luta por uma cidade mais humana.

Os corpos pintados no asfalto chocam e chamam a atenção do poder público por melhorias nas condições da mobilidade a pé e também alerta os próprios caminhantes sobre a sua situação de vulnerabilidade. O que não significa, no entanto, estimular as pessoas a se recolher ainda mais, explica Andrew: “O grupo acredita que andar a pé já é, por si só, um ato de heroísmo por desafiar a lógica de uma cidade que privilegia o fluxo de automóveis em detrimento da segurança das pessoas”.

Vídeos

Vejam aqui dois vídeos sobre essa ação:

Página da Rachel: Ação de guerrilha
Bike é Legal: Ativismo: Corpos pintados no chão lembram mortes de pedestres em SP

Imagem do post: Corpos desenhado representam os 555 mortos de 2014. Foto: Fabio Myiata

Pontapés no Seminário “Cidades a Pé”

No âmbito do Seminário Internacional Cidades a Pé, o espaço Pontapés se abre para  promover organizações, movimentos, coletivos e indivíduos que possuam alguma iniciativa voltada para a temática da transformação do espaço urbano visando à melhoria do deslocamento a pé nas cidades.

A Cidadeapé está entre os Pontapés selecionados para se apresentar no Seminário, e vamos falar do nosso trabalho no dia 27/11/15, entre 11h30 e 12h30. Esperamos todos lá!!!

Veja aqui: Treze iniciativas selecionadas para participar do ‘Pontapés’, no seminário ‘Cidades a Pé’

Programação dos Pontapés

Dia 26/11         12:30 -13:30h

1 – Projeto Agita São Paulo
Site: www.protalagita.org.br

2 – Desbravadores de Sampa – São Paulo
Site: www.facebook.com/desbravadoresdesp/
www.desbravadoresdesampa.com.br

3 – Índice de Caminhabilidade – Rio de Janeiro
Site: não há ainda

4 – Mapa de Aqui
Site: www.mapadaqui.org
www.facebook.com/projetomapadaqui

5 – Soluções para Cidades – São Paulo
Site: www.solucoesparacidades.org.br
www.facebook.com/Institutosolucoes

6 – urb-i Antes/Depois
Site: www.urb-i.com
www.facebook.com/urb.i4/

DIA 27/11        11:30 – 12:30h

1 – O Caminho dos Espaços de Serviços – Goiânia
Site: não há

2 – Carona a Pé – São Paulo
Site: https://goo.gl/Wdf6DE
https://www.facebook.com/profile.php?id=100010251002318&fref=ts

3 – Cidadeapé – Associação pela Mobilidade a Pé em São Paulo
Site: www.cidadeape.org
www.facebook.com/cidadeapesp?fref=ts

4 – Giro Inclusivo – São Paulo
Site: www.facebook.com/giroinclusivo

5 –Jane’s Walk – Brasília
Site: http://janeswalk.org
https://www.facebook.com/events/440139269508245/

6 – “Minha casa, Minha rua” – Vila Velha, Espírito Santo
Site: https://www.youtube.com/watch?v=hf4YJhHyh6Q

7 – R.O.T.A.S. – Rio de Janeiro
Site: http://www.ta.org.br/
https://www.facebook.com/DR-Das-Calcadas-610711522295805/

 

Pontapés

Dias: Quinta – 26/11/15 e sexta – 27/11/2-15
Hora: Das 11h30 às 12h30
Local: Instituto Tomie Ohtake
Endereço: R. Coropés, 88, Pinheiros, São Paulo

Mesa sobre Mobilidade a Pé no “Encontro Estadual dos Arquitetos e Urbanistas”

Uma discussão sobre Mobilidade a Pé, Ciclofaixas e Transporte Público acontecerá no dia 13/11/15, dentro do Encontro Estadual dos Arquitetos e Urbanistas, organizado pelo Sindicato dos Arquitetos no Estado de São Paulo (SASP), e contará com a participação de membros da Cidadeapé, CT Mobilidade a Pé e Acessibilidade da ANTP e SampaPé.

O encontro dos Arquitetos e Urbanistas tem como principal objetivo reunir profissionais, estudantes, entidades e toda a população em atividades que discutam o atual contexto profissional, definindo diretrizes de ações nos campos das relações de trabalho, do exercício da arquitetura e do urbanismo e das suas resultantes sobre as cidades. O tema deste ano é  a “Crise urbana e a organização dos arquitetos e urbanistas”.

A mesa sobre Mobilidade se coloca nesse contexto para incluir a questão da conectividade das cidades: acessar os ambientes construídos das mais diferentes formas, levando em conta a qualidade dos espaços públicos e privados de circulação e deslocamento, assim como o conforto, a segurança e as necessidades de quem se desloca. A premissa aqui é que todo deslocamento começa e termina a pé, que ele seja realizado por meio de bicicleta, ônibus, carro ou qualquer outro meio de transporte.

Encontro de arquitetos e urbanistas - Mesa Mobilidade

MESA 2 – Mobilidade a Pé, Ciclofaixas e Transporte Público. Para Onde Vamos?

Dia: 13 de novembro de 2015
Horário: das 10h às 12:30h
Local: Praças das Artes
Endereço:  Av. São João, 281, São Paulo

Inscreva-se aqui!

Gratuito

Seminário Internacional “Cidades a Pé”

Discutir a cidade do ponto de vista de quem anda a pé é muito mais do que favorecer a maioria da população que já se desloca assim todos os dias. É ressignificar a cidade, seu viário e seus espaços públicos, de modo a torná-la mais segura, mas também mais agradável, acessível, confortável, humana e menos poluída.

Para a Cidadeapé esse debate não é apenas importante: é essencial e urgente.

Por isso estamos mais do que animados com o maior evento dedicado a promover cidades caminháveis já realizado no Brasil: o Seminário Internacional Cidades a Pé, que acontecerá entre os dias 25 e 28 de novembro de 2015 aqui em São Paulo.

Realizado pela Câmara Temática de Mobilidade a Pé e Acessibilidade da ANTP, o objetivo desse evento inédito tem tudo a ver com a missão da Cidadeapé: refletir sobre a importância de caminhar nas cidades e promover políticas públicas e iniciativas da sociedade civil voltadas para cidades mais caminháveis e saudáveis.

Convidamos assim todos os nossos associados, amigos e simpatizantes a participar da intensa e riquíssima programação: palestras, mesas redondas e oficinas. Mas também no espaço Pontapés, onde cada um poderá apresentar seus projetos de mobilidade. A Cidadeapé já está inscrita num Pontapé!

Sobre O Seminário

A proposta do seminário Cidades a Pé é mostrar o panorama atual dos espaços urbanos que se desenvolveram de forma a dificultar o deslocamento a pé, e os efeitos negativos que isso provoca nas cidades e em sua população. Mas sobretudo apresentar e discutir iniciativas, políticas públicas e estudos que já estão invertendo a lógica dos espaços das cidades graças a um olhar mais amplo para a mobilidade (vista como a circulação de pessoas, mais do que de veículos) Mas também para as necessidades sociais, ambientais e físicas dos ambientes urbanos.

De modo a contemplar a complexidade do tema – que vai além do planejamento urbano e do transporte – o seminário propõe quatro grandes eixos temáticos:

  1. Mobilidade a pé e saúde
  2. Desenho urbano e políticas públicas para a mobilidade a pé
  3. Cidades para todos
  4. Cidades a pé

Serão oferecidas palestras e mesas redondas, além de oficinas técnicas para gestores públicos e público interessado.

Pontapés

O espaço Pontapés é voltado para pessoas, coletivos e demais organizações de todo o Brasil apresentarem seus projetos em mobilidade a pé. A ideia é difundir atividades em andamento relacionadas para a temática da transformação do espaço urbano, visando à melhoria do deslocamento a pé nas cidades.

Veja aqui como inscrever seu projeto.

Destaques

Entre os destaques do seminário estão David Uniman (planejador urbano envolvido em projeto de otimização do metrô de Londres), Pere Navarro (ex-diretor-geral de trânsito na Espanha), Reetta Putkonen (diretora do Departamento de Planejamento Urbano de Helsinque), além de muitos outros pesquisadores, estudiosos e ativistas, brasileiros e estrangeiros: Paulo Saldiva, Natália Garcia, Tuca Munhoz, Lincoln Paiva… E também diversos companheiros e membros da Cidadeapé: Meli Malatesta, Leticia Sabino, Silvia Cruz, Irene Quintàns, Thiago Benicchio, Mauro Calliari…

Até o Peatónito, o herói defensor dos pedestres, virá diretamente do México!!

Seminário Internacional Cidades a Pé

Dias: 25 a 28 de novembro de 2015
Horário: de 8h até 18:30h
Local: Instituto Tomie Ohtake
Endereço: R. Coropés, 88, Pinheiros, São Paulo

Programação completa

Inscrições para o Seminário: www.cidadesape.com.br/inscreva-se
Inscrições para os Pontapés: www.cidadesape.com.br/pontapes/?inscrever

Gratuito

No Dia Mundial Sem Carro o prefeito escolheu ir a pé para o trabalho

Ontem, no Dia Mundial Sem Carro (22/09), o prefeito Fernando Haddad escolheu caminhar 6 km de sua casa até a prefeitura.

A Cidadeapé acredita que esse gesto mostra um interesse do prefeito em relação à mobilidade a pé e à sua importância. E nos leva a crer que sua gestão vai tratá-la como deve ser: o sistema de transporte mais utilizado em São Paulo, que precisa ser priorizado, com mais investimentos, mais infraestrutura e mais atenção, sobretudo em relação à segurança e à dignidade de quem anda nas ruas.

Em outras ocasiões, o prefeito já havia escolhido se locomover pela cidade de ônibus e bicicleta, atitude que contribuiu para seu entendimento desses meios de transporte e para o desenvolvimento de políticas públicas voltadas a eles. A escolha por ir a pé ontem, portanto, alimenta uma esperança de que a partir de sua gestão será dada, de fato, mais prioridade à infraestrutura e à rede de mobilidade a pé em São Paulo.

Foi com esse intuito que entidades ligadas à mobilidade a pé lhe haviam feito há algumas semanas um convite para acompanhá-lo no trajeto de sua casa à Prefeitura e provavelmente foi a partir deste convite que ele teve a iniciativa de escolher o modo a pé.

Agora, confiando no comprometimento do prefeito  Fernando Haddad em relação à mobilidade a pé, é feito um novo convite para que venha caminhar conosco — afinal a cidade deve ser um local de encontros e não apenas de passagem. Gostaríamos de poder mostrar nosso olhar crítico e contribuir para as principais questões relacionadas a andar a pé na cidade.

Imagem do post: Haddad caminha no Dia Mundial Sem Carro 2015. Foto: Fábio Arantes/SECOM

No Dia Mundial Sem Carro propomos o “Desafio da Travessia”

Para chamar a atenção para a dificuldade de atravessar nas faixas de pedestres, a Cidadeapé promove um desafio para ver como diversos tipos de pessoas encaram esse deslocamento

Atravessar uma faixa de pedestre deveria ser uma ação prosaica no contexto de quem caminha pela cidade. Na faixa, as pessoas têm prioridade nas travessias, de acordo com o art. 70 do CTB.

No entanto, diversos fatores acabam fazendo com que a travessia seja um momento de estresse, desconforto e insegurança. Quando não há sinalização semafórica para pedestres, muitos motoristas simplesmente não param para as pessoas atravessarem. Quando ela existe, o pedestre fica refém dos tempos semafóricos determinados pela CET, que em geral priorizam a fluidez dos veículos, e não das pessoas. Assim, o tempo de espera para poder atravessar costuma ser muito longo, enquanto o tempo de travessia é muito curto.

Os tempos semafóricos deveriam permitir que todas as pessoas atravessem a rua com segurança e tranquilidade. Assim, no Dia Mundial Sem Carro, a Cidadeapé propõe um desafio: avaliar como diversos tipos de pessoas, em situações corriqueiras do dia a dia, conseguem completar um dos cruzamentos mais movimentados do centro histórico: o Viaduto do Chá com a Rua Líbero Badaró.

A proposta é cronometrar e registrar em vídeo a travessia de 11 voluntários em condições diferentes de mobilidade. Foram convocados: criança, idoso, cadeirante, deficiente auditivo, deficiente visual, jovem, adulto com carrinho de bebê, pessoa com bengala ou andador, pessoa com imobilização temporária, mulher com salto alto e pessoa carregando bagagem.

A iniciativa da Cidadeapé é o início de uma série de mobilizações pela readequação dos tempos semafóricos de travessias de pedestres pela cidade. Os resultados serão apresentados à Secretaria Municipal de Transportes. O evento integra a programação especial da Semana da Mobilidade 2015.

Desafio da Travessia

Dia: Terça-feira, 22/09/2015
Hora: 13h00
Local: Viaduto do Chá x Rua Líbero Badaró

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Ver aqui a nota para a imprensa

Imagem do post: Cruzamento Xavier de Toledo X Viaduto do Chá. Foto: Cesar Ogata

“Associação pela Mobilidade a Pé realiza caminhada lúdica no Dia do Pedestre”

Publicado originalmente em: ANTP, Mova-se
Reportagem:
Data: 11/08/2015

Em comemoração ao Dia do Pedestre, a Cidadeapé, Associação pela Mobilidade a Pé em São Paulo, levou cidadãos para uma caminhada lúdica por ruas emblemáticas do centro da capital.

A proposta da atividade “Namore a cidade” era avaliar os pontos positivos e negativos do percurso, em uma referência a um aplicativo de relacionamentos.

O descolamento a pé é o primeiro modo de mobilidade. Uma pesquisa do Metrô de São Paulo revelou que quase metade das viagens são feitas a pé.

A organização e mobilização dos pedestres em grupos e associações pode contribuir para a melhoria das condições de caminhabilidade das cidades.

O secretário municipal adjunto da Secretaria da Pessoa com Deficiência de São Paulo, Tuca Munhoz, esteve no evento e falou ao Canal Mova-se. Entrevistamos também Ana Carolina Nunes, da associação Cidade a Pé, Meli Malatesta, arquiteta, urbanista, presidente da Comissão de Acessibilidade e Mobilidade a Pé da ANTP e autora do Blog “Pé de Igualdade”.

Assista ao filme:

Imagem do post: Grupo na Praça Don José Gaspar. Foto: Mova-se

Álbum de fotos: Namore sua Cidade

Algumas imagens revelando nossa celebração do Dia do Pedestre 2015.

Foto: Fábio Pittas

Dia do Pedestre: Namore a sua cidade

No dia 8 de agosto, Dia do Pedestre, nós da Cidadeapé – Associação pela Mobilidade a Pé em São Paulo – convidamos todos a caminhar pelas ruas de São Paulo de um jeito diferente: namorando a cidade.

A atividade percorrerá ruas emblemáticas do centro da cidade de uma forma divertida e inesperada. O percurso corresponde à meia rótula do Plano de Avenidas do Prestes Maia, aqui apresentado em uma versão melhorada: o nosso “Plano de Desavenidas”, que passa pela Rua Xavier de Toledo, Avenida São João, Avenida Ipiranga e rua São Luis.

Os caminhantes serão estimulados a observar e compartilhar o melhor e o pior da cidade, mostrando o que gostam e o que não gostam ao andar a pé!

Convide seus amigos e bora caminhar.

Curiosidade: O dia 8 de agosto foi escolhido como Dia do Pedestre por ter sido o dia em que o fotógrafo Iain MacMillan registrava a imagem icônica dos Beatles cruzando a faixa de pedestres da Abbey Road, em Londres, em frente ao estúdio de gravação da banda.

Quando? 8/08, sábado
Que horas? 14h30
Ponto de encontro: Entrada principal da Biblioteca Mário de Andrade
Endereço: Praça Don José Gaspar

Dia do Pedestre 2015

Organizações parceiras
Corrida amiga
SampaPé
Pé de Igualdade
Photowalksp
Foto Cultura
Amora – Intervenções Lúdicas
CT Mobilidade a Pé  e Acessibilidade da ANTP