SP156 – Atendimento da Prefeitura de SP: por que e como fazer

O SP156 – Portal de Atendimento da Prefeitura de São Paulo é uma ferramenta importante para os munícipes. Por meio dele, podemos fazer solicitações, reclamações e denúncias sobre problemas que encontramos nas ruas, desde árvores maltratadas, até lixo, iluminação, e muito mais.

No nosso caso, é o primeiro canal com a prefeitura para falar dos problemas encontrados em relação à mobilidade a pé da cidade: calçadas com buracos, degraus e desníveis, ausência de calçadas, falta de acessibilidade, falta de faixa de pedestres, cruzamento perigoso, velocidade alta demais na via, e muito mais – os problemas que nós, pedestres, encontramos todos os dias.

Por que usar o sistema

Porque temos órgãos responsáveis pela fiscalização na cidade e eles estão aí para isso. Reclamar é fundamental para fazer os serviços públicos melhorarem. E a prefeitura tem obrigação legal de escutar e responder. Isso está estabelecido na Política de
Atendimento ao Cidadão
  da prefeitura de São Paulo (Decreto Nº 58.426/18)

Segundo esse decreto, “cada solicitação deverá gerar um número de protocolo que retrate fielmente a manifestação, permitindo o seu acompanhamento pelo cidadão” e  “os cidadãos serão comunicados quanto ao encaminhamento final dado às suas solicitações.”

Por ser um sistema eletrônico, o SP156 gera automaticamente um protocolo que é encaminhado para o órgão competente. Com isso é possível acompanhar o caso e, se nada for feito, acionar a Ouvidoria do município, que por sua vez obrigará uma resposta por parte do órgão responsável.

O 156, além de registrar pedidos individuais, ajuda a criar demanda para determinados assuntos, gerar estatísticas e alertar os órgãos sobre os problemas.  Se um determinado assunto gera muitos protocolos, a prefeitura é obrigada a fazer alguma coisa. E com nossas cópias de protocolos, podemos pressionar com muito mais propriedade.

Por meio das leis de acesso à informação e suas exigências de transparência, cidadãos, ou organizações da sociedade civil, como a Cidadeapé, podem ter acesso a relatórios sobre as solicitações realizadas pelo 156, por meio do programa Dados Abertos ou do e-SIC.  Podemos então levar esse relatórios e dados para os conselhos participativos, reuniões do CMTT, reuniões dos Consegs, Subprefeituras, etc. Os protocolos e relatórios se tornam uma ferramenta de conhecimento e pressão, com base em dados reais.

Por tudo isso, gostaríamos de estimular que todos realizem solicitações e reclamações por meio do 156 sempre que encontrarem problemas nas calçadas e ruas da cidade. Quanto mais pressão, mais a prefeitura verá a importância do transporte a pé para a mobilidade urbana.

Como fazer uma solicitação pelo SP156

As solicitações podem ser feitas:

Existem muitos tipos de solicitações que podem ser feitas no Portal de Atendimento da Prefeitura de São Paulo – SP156. Cada tipo é chamado de “serviço”, que são agrupados por temas. Alguns dos mais relevantes para nós, pedestres, são:

Apresentamos abaixo um passo a passo de como fazer uma denúncia sobre calçada com buraco, inspirado no post “Pedestres de Sampa, uni-vos!“, do blog do SampaPé no portal Mobilize:

1. Acesse o SP156: Portal de Atendimento da Prefeitura de São Paulo – SP156 .

2. Se ainda não tiver um cadastro, é preciso se cadastrar usando seu login gov.br. Apenas alguns serviços podem ser realizados anonimamente. Mas nós sugerimos que você faça a solicitação como cidadã(o) atuante!

3. Clique em “Entre” (no topo da página) para começar a navegar na página com seu login.

4. Na página de Serviços, aparecem vários quadros indicando os “Assuntos em Destaque“. Clique em “Ainda não encontrou?” para passar de página até chegar ao tema “Pedestres“.

5. Selecione  então “Denúncia de calçada particular irregular, danificada ou inexistente“. Ao lado direito, clique no botão “Continuar como” para prosseguir com a denúncia.

6. Insira o endereço completo da calçada que gostaria de denunciar e no campo “Descrição” procure especificar o problema: buraco por causa de concessionária, piso quebrado, degrau, piso escorregadio etc.  Sugerimos acrescentar uma notinha como abaixo e, se for associado da Cidadeapé, incluir essa informação:
“60% dos deslocamentos diários em São Paulo são feitos a pé, mas as calçadas não são de qualidade. Precisamos de investimento nas infraestruturas para a mobilidade a pé. Associado da Cidadeapé –  Associação pela Mobilidade a Pé em São Paulo”.

7. Clique em “Continuar“.

8. Se quiser, pode incluir a foto da calçada ou outro documento pertinente. Basta clicar em “Adicionar anexos“.

9. Depois de indicar que “Não é um robô“, clique em “Finalizar“.

10. Após a confirmação, você pode clicar em “Imprimir os dados da sua solicitação” para salvá-la em PDF.Você também receberá um e-mail e/ou SMS com o código do protocolo. Guarde-os bem para poder acompanhar a solicitação.

11. Suas solicitações podem ser consultadas em “Acompanhar minha solicitação“, digitando o código do protocolo. Se tiver se cadastrado, haverá um histórico de todas as suas solicitações e as respectivas respostas em “Minhas solicitações“.

12. Sempre que tiver um tempo, passe no mesmo lugar para ver se algo foi feito. Se nada foi feito, vale a pena cobrar uma resposta do poder público com o seu número de protocolo.

Juntos podemos ter uma cidade mais caminhável!

Vamos pressionar, cobrar e criar estatísticas!

Imagem do post: Rua Embuaçu, Vila Mariana. Sem calçadas. Foto: Google Maps

 

Cidadãs e cidadãos se preparam para se envolver na luta por políticas públicas para a mobilidade a pé

No último sábado, 9/2/19, aconteceu no MobiLab o encontro “A Mobilidade a pé em 2019 – preparando-se para a luta”, que reuniu por volta de 25 pessoas, entre associadas da Cidadeapé e interessadas no ativismo a pé. A ideia da atividade era situar cidadãs e cidadãos sobre os princípios da defesa da mobilidade a pé e a situação das políticas públicas na cidade, de modo a prepará-las para participar na luta por uma cidade melhor.

Rafael Calabria fala sobre políticas públicas para a mobilidade a pé

Na primeira parte Rafael Calabria, conselheiro da associação, facilitou uma discussão de como as políticas públicas afetam e promovem a mobilidade a pé nas cidade. A conversa começou com uma visão das legislações existentes no país e em São Paulo – que em geral estabelecem prioridade aos modos ativos e coletivos de deslocamento. Em seguida discutimos quais órgãos municipais são responsáveis pela mobilidade urbana e como agem em relação à infraestrutura, investimentos e maneiras de planejar as vias para que o deslocamento a pé seja bom, eficiente e seguro. Por fim de abordamos a situação do orçamento público para mobilidade a pé e os canais de participação que devem ser utilizados para cobrar as melhorias necessárias. Veja aqui a apresentação.

Na segunda parte do encontro, as pessoas participantes se dividiram entre duas atividades: um treinamento de mídia para associadas e um treinamento sobre os princípios da mobilidade a pé para quem tivesse interesse em se aprofundar sobre o tema.

Ana Carolina Nunes fala de como não há uma responsabilidade compartilhada para cuidar das calçadas da cidade

O treinamento de mídia foi ministrado pela diretora de relacionamento da Cidadeapé, Ana Carolina Nunes, e contou com a participação de 6 pessoas já associadas. Em duas horas, os participantes aprenderam mais sobre os fundamentos da construção de uma reportagem, sobre o papel dos porta-vozes da associação na imprensa e dicas sobre como dar entrevistas. Ao final, aconteceu uma simulação de entrevistas usando temas polêmicos relacionados à mobilidade a pé, no qual as pessoas com menos experiência em entrevista vivenciaram “armadilhas” comuns a entrevistados.

Glaucia Pereira fala sobre Visão Zero e segurança para quem se desloca a pé

Já o treinamento sobre “Princípios da Mobilidade a Pé“, realizado pela Glaucia Pereira, contou com a participação de 18 pessoas, a maioria não associados e em primeiro contato com a Cidadeapé.

Foram abordados os seis princípios da mobilidade a pé, que guiam nossas atividades e direcionam nossas ações: 1) Segurança absoluta para quem anda a pé (Visão Zero); 2) Valorização da caminhada como meio de deslocamento (A pé é transporte); 3) Calçadas caminháveis para todos; 4) Rede de mobilidade a pé; 5) Travessia com prioridade; e 6) Sinalização específica para quem anda na cidade. O clima de conversa favoreceu a participação de todos com perguntas e comentários. Em um segundo momento, aprofundamos a discussão sobre a prioridade na travessia, e foram apresentados casos de falta de prioridade em conversões, geometria das curvas que não induzem à redução de velocidade, linhas de desejo e tempos de espera e para atravessar.

Ao final, distribuímos o Guia de Defesa da Mobilidade a Pé, nosso material referência para quem quer entender mais sobre mobilidade a pé. E reforçamos o convite para mais pessoas se associarem, apoiando o nosso trabalho de promoção de um modo de transporte mais sustentável e saudável para todos.

Aproveitamos para agradecer ao MobiLab por nos emprestar o espaço para o evento.

Em defesa do ativismo

A Cidadeapé é uma associação ativista. Somos  uma organização de voluntários, formada de pessoas que estão dispostas a dar um pouco do seu tempo e energia para a cidade, de pessoas que atuam junto à sociedade e ao poder público para que as políticas públicas levem em conta o ponto de vista do pedestre. Acreditamos que podemos melhorar a cidade, torná-la mais segura, mais acessível, mais saudável, melhor para todos se deslocarem. Essa crença nos move e nos faz trabalhar.

Por isso, ratificamos ao lado de 3000 organizações da sociedade civil a nota de repúdio à declaração do candidato a presidência do Brasil, Sr. Jair Bolsonaro, de que irá “botar um ponto final em todos os ativismos no Brasil”. Essa é uma ameaça direta à nossa liberdade de atuação e às conquistas democráticas. 

NOTA DE REPÚDIO À DECLARAÇÃO DE BOLSONARO SOBRE ATIVISMO NO BRASIL

Organizações da sociedade civil e movimentos sociais têm um histórico significativo de ativismo em defesa dos mais diversos direitos no Brasil. Segundo estudo realizado pelo IPEA (Instituto de Pesquisas Econômicas Aplicadas), em 2017 existiam no país mais de 820 mil ONGs, atuando por melhores condições na educação, na saúde, por liberdades individuais e igualdade no acesso a direitos, pelo acesso à informação e a liberdade de expressão, pela dignidade no trabalho, pelo direito das crianças e adolescentes, pelo respeito ao meio ambiente, entre tantas outras pautas.

O Brasil também é reconhecido internacionalmente por sua forte rede de voluntariado, que articula milhões de cidadãos e cidadãs que dedicam parte de seu tempo para construir uma sociedade mais justa, mais igualitária, na qual a população mais carente tenha acesso a direitos básicos fundamentais, muitas vezes não garantidos pelo Estado. Este trabalho também é reconhecido como ativismo.

A ação desses ativistas tem sido fundamental para a melhoria das condições de vida no país e para o avanço na conquista de direitos. Organizações e movimentos são atores estratégicos na contribuição para a formulação de políticas públicas, na elaboração de leis importantes para o país, na fiscalização do poder público do ponto de vista orçamentário, na cobrança pela execução de políticas e programas de governo. Uma sociedade civil vibrante, atuante e livre para denunciar abusos, celebrar conquistas e avançar em direitos é um dos pilares de sociedades democráticas em todo mundo.

Foi por meio do trabalho ativista de tantas entidades que o Brasil conquistou, por exemplo, leis como a do combate ao racismo e de enfrentamento à violência contra as mulheres; políticas públicas como o seguro desemprego e o financiamento estudantil; programas de combate ao desmatamento e de proteção dos animais; a Lei anti-fumo e a Lei da Ficha Limpa, que nasceu da iniciativa da sociedade civil para combater a corrupção nas mais diferentes esferas no país.

Neste contexto, a declaração do candidato à Presidência Jair Bolsonaro (PSL) de que irá “botar um ponto final em todos os ativismos no Brasil” é de extrema gravidade. Ela é mais uma ameaça propagada por esta candidatura à nossa democracia. Bolsonaro afirmou seu desejo de acabar com a atuação das organizações da sociedade civil em seu pronunciamento oficial no dia 7 de outubro, veiculado pela Internet logo após a confirmação, pelo Tribunal Superior Eleitoral, de que o candidato disputará o segundo turno no próximo dia 28.

Além de uma afronta à Constituição Federal, que garante os direitos de associação e assembleia no Brasil, a declaração reforça uma postura de excluir a sociedade civil organizada dos debates públicos. Trata-se de uma ameaça inaceitável à nossa liberdade de atuação. Não será apenas a vida de milhões de cidadãos e cidadãs ativistas e o trabalho de 820 mil organizações que serão afetados. Será a própria democracia brasileira. E não há democracia sem defesa de direitos.

Mais do que nunca, o Brasil precisa de um governo aberto ao diálogo, que se proponha a conduzir a nação junto dos mais diferentes setores, respeitando a diversidade de opiniões e ideias sobre as propostas e rumos para o país.

Em breve, a população voltará às urnas para eleger quem será o Presidente da República nos próximos quatro anos. Que o desprezo pelos movimentos sociais e entidades da sociedade civil manifestado nessa declaração seja considerado por todos e todas na hora de decidir seu voto. Calar a sociedade civil, como anuncia Jair Bolsonaro, é prática recorrente em regimes autoritários. Não podemos aceitar que passe a ser no Brasil.
Veja aqui a nota em PDF e todas as organizações signatárias.

SP156 – Atendimento da Prefeitura de SP: por que e como fazer

O SP156 – Portal de Atendimento da Prefeitura de São Paulo é uma ferramenta importante para os munícipes. Por meio dele, podemos fazer solicitações, reclamações e denúncias sobre problemas que encontramos nas ruas, desde árvores maltratadas, até lixo, iluminação, e muito mais.

No nosso caso, é o primeiro canal com a prefeitura para falar dos problemas encontrados em relação ao transporte a pé da cidade: calçadas com buracos, degraus e desníveis, ausência de calçadas, falta de acessibilidade, falta de faixa de pedestres, cruzamento perigoso, velocidade alta demais na via, e muito mais – os problemas que nós, pedestres, encontramos todos os dias.

Por que usar o sistema

Porque temos órgãos responsáveis pela fiscalização na cidade e eles estão aí para isso. Reclamar é fundamental para fazer os serviços públicos melhorarem. E a prefeitura tem obrigação legal de escutar e responder. Isso está estabelecido na Política de
Atendimento ao Cidadão
  da prefeitura de São Paulo (Decreto Nº 58.426/18)

Segundo esse decreto, “cada solicitação deverá gerar um número de protocolo que retrate fielmente a manifestação, permitindo o seu acompanhamento pelo cidadão” e  “os cidadãos serão comunicados quanto ao encaminhamento final dado às suas solicitações.”

Por ser um sistema eletrônico, o SP156 gera automaticamente um protocolo que é encaminhado para o órgão competente. Com isso é possível acompanhar o caso e, se nada for feito, acionar a Ouvidoria do município, que por sua vez obrigará uma resposta por parte do órgão responsável.

O 156, além de registrar pedidos individuais, ajuda a criar demanda para determinados assuntos, gerar estatísticas e alertar os órgãos sobre os problemas.  Se um determinado assunto gera muitos protocolos, a prefeitura é obrigada a fazer alguma coisa. E com nossas cópias de protocolos, podemos pressionar com muito mais propriedade.

Por meio das leis de acesso à informação e suas exigências de transparência, cidadãos, ou organizações da sociedade civil, como a Cidadeapé, podem ter acesso a relatórios sobre as solicitações realizadas pelo 156, por meio do programa Dados Abertos ou do e-SIC.  Podemos então levar esse relatórios e dados para os conselhos participativos, reuniões do CMTT, reuniões dos Consegs, Subprefeituras, etc. Os protocolos e relatórios se tornam uma ferramenta de conhecimento e pressão, com base em dados reais.

Por tudo isso, gostaríamos de estimular que todos realizem solicitações e reclamações por meio do 156 sempre que encontrarem problemas nas calçadas e ruas da cidade. Quanto mais pressão, mais a prefeitura verá a importância do transporte a pé para a mobilidade urbana.

Como fazer uma solicitação pelo SP156

As solicitações podem ser feitas:

Segue um exemplo de como fazer uma denúncia sobre calçada com buraco por meio do Portal de Atendimento da Prefeitura de São Paulo – SP156 .

Mas é possível fazer sobre muitos outros assuntos, tais como:

  • Acessibilidade
  • Bagulhos/grandes objetos (largadas nas calçadas)
  • Buraco: solapamento do passeio
  • CET: circulação de pedestres (para travessias, faixas de pedestres)
  • CET: escola: dificuldade de travessia de alunos
  • CET: Sinalização de orientação de destino
  • Guias/rebaixamento para acessibilidade

Os passos a seguir foram diretamente inspirado no post “Pedestres de Sampa, uni-vos!“, do blog do SampaPé no portal Mobilize:

1. Acesse o SP156:  Portal de Atendimento da Prefeitura de São Paulo – SP156 .

2. Se ainda não tiver um cadastro, é preciso se cadastrar. (apenas os campos com asteríscos vermelhos são obrigatórios). Apenas alguns serviços podem ser realizados anonimamente. Mas nós sugerimos que você  faça a solicitação como cidadã(o) atuante!

3. Na “Carta de Serviços, escolha a opção “Rua e bairro“.

4. Selecione  então “Denúncia de calçada particular irregular, danificada ou inexistente“. No pé da página você pode fazer seu login no sistema.

5. Insira o endereço completo da calçada que gostaria de denunciar e no campo “Descrição” procure especificar o problema: buraco por cause de concessionária, piso quebrado, degrau, piso escorregadio, etc.  Sugerimos acrescentar uma notinha como abaixo e, se for associado da Cidadeapé, incluir essa informação:
“60% dos deslocamentos diários em São Paulo são feitos a pé, mas as calçadas não são de qualidade. Precisamos de investimento nas infraestruturas para a mobilidade a pé. Associado da Cidadeapé –  Associação pela Mobilidade a Pé em São Paulo”.

6. Clique em “Continuar“.

7. Se quiser, pode incluir a foto da calçada ou outro documento pertinente.

8. Depois de indicar que “Não é um robô”, clique em “Finalizar”.

9. Imprima ou protocolo ou salve um PDF. Guarde em seus registros para poder acompanhar a solicitação. Você também receberá um e-mail.

10. Agradecemos se puder nos enviar uma cópia da solicitação para contato@cidadeape.org. Assim saberemos onde já houve denúncia.

11. Suas solicitações podem ser consultadas AQUI. Se tiver se cadastrado, haverá um histórico de todas as suas solicitações e as respectivas respostas.

12. Juntos podemos ter uma cidade mais caminhável!

13. Sempre que tiver um tempo, passe no mesmo lugar para ver se algo foi feito. Se nada foi feito, vale a pena cobrar uma resposta do poder público com o seu número de protocolo.

Vamos pressionar, cobrar e criar estatísticas!

Imagem do post: Rua Embuaçu, Vila Mariana. Sem calçadas. Foto: Google Maps

 

Formação: “Pedestre, defenda seus direitos!” – Zona Leste

No próximo sábado, 28/07/18,  a Cidadeapé vai oferecer uma  oficina gratuita para pedestres sobre segurança nas ruas  na Zona Leste. A oficina é aberta a todos os interessados. 

Como é a mobilidade no seu bairro?
É fácil ir de casa ao ponto de ônibus?
Como é para atravessar a rua?
Se você acha que é possível melhorar a maneira de se deslocar na sua região, mas não sabe como reivindicar junto ao poder público — a Cidadeapé quer ajudar!

O que é a formação?

Vamos  compartilhar como fazer uma “Auditoria Cidadã de Segurança Viária”, uma maneira simples de avaliar as condições de segurança para pedestres e ciclistas e exigir providências do
poder público. As oficinas são destinadas a cidadãs e cidadãos interessados em melhorar a segurança no trânsito em seus bairros. Elas são promovidas gratuitamente pelos voluntários da Cidadeapé. Mais informações aqui.


ZONA LESTE
Dia:
28/07, das 10h00 às 13:00
Local: 
Casa de Cultura de São Mateus
Endereço:
 R. José Francisco dos Santos, 502 – Jardim Tiete, São Paulo – SP, 03946-010
Inscrições aqui.

Perguntas? Entre em contato conosco:
E-mail: contato@cidadeape.org

Realização: Cidadeapé – Associação pela Mobilidade a Pé em São Paulo

ProjetoFortalecimento da participação da sociedade civil nas políticas de Mobilidade a Pé na cidade de São Paulo 

Formação: “Pedestre, defenda seus direitos! – Zona Norte

Oficina gratuita para pedestres sobre segurança nas ruas

Como é a mobilidade no seu bairro?
É fácil ir de casa ao ponto de ônibus?
Como é para atravessar a rua?
Se você acha que é possível melhorar a maneira de se deslocar na sua região, mas não sabe como reivindicar junto ao poder público — a Cidadeapé quer ajudar!

O que é a formação?

Vamos  compartilhar como fazer uma “Auditoria Cidadã de Segurança Viária”, uma maneira simples de avaliar as condições de segurança para pedestres e ciclistas e exigir providências do
poder público. As oficinas são destinadas a cidadãs e cidadãos interessados em melhorar a segurança no trânsito em seus bairros. Elas são promovidas gratuitamente pelos voluntários da Cidadeapé. Mais informações aqui.

ZONA NORTE
Dia
: 16/06, das 14h00 às 17h00
Local: Casa no Meio do Mundo
EndereçoRua Itamonte 2008 – Jardim Brasil
Inscreva-se e participe da formação.

Perguntas? Entre em contato conosco:
E-mail: contato@cidadeape.org

Realização: Cidadeapé – Associação pela Mobilidade a Pé em São Paulo

ProjetoFortalecimento da participação da sociedade civil nas políticas de Mobilidade a Pé na cidade de São Paulo 

Formação: “Pedestre, defenda seus direitos! – Zona Leste e Zona Norte

No próximo sábado, 26/05/18,  a Cidadeapé vai oferecer duas  oficinas gratuitas para pedestres sobre segurança nas ruas: uma na Zona Leste e outra na Zona Norte.

Inscreva-se e participe! As oficinas são abertas a todos os interessados.

Como é a mobilidade no seu bairro?
É fácil ir de casa ao ponto de ônibus?
Como é para atravessar a rua?
Se você acha que é possível melhorar a maneira de se deslocar na sua região, mas não sabe como reivindicar junto ao poder público — a Cidadeapé quer ajudar!

O que é a formação?

Vamos  compartilhar como fazer uma “Auditoria Cidadã de Segurança Viária”, uma maneira simples de avaliar as condições de segurança para pedestres e ciclistas e exigir providências do
poder público. As oficinas são destinadas a cidadãs e cidadãos interessados em melhorar a segurança no trânsito em seus bairros. Elas são promovidas gratuitamente pelos voluntários da Cidadeapé. Mais informações aqui.

ZONA LESTE CANCELADO
Dia: 26/05, das 10h00 às 13h00
Local: CEU EMEI São Mateus
EndereçoRua Curumatim, 201 – Parque Boa Esperança
Inscreva-se e participe da formação.

ZONA NORTE
Dia: 
26/05, das 10h00 às 13h00
Local: 
Casa de Cultura da Brasilândia
Endereço: 
Praça Benedita Cavalheiro, s/nº, Brasilândia
Inscrições no local

 

Perguntas? Entre em contato conosco:
E-mail: contato@cidadeape.org

Realização: Cidadeapé – Associação pela Mobilidade a Pé em São Paulo

ProjetoFortalecimento da participação da sociedade civil nas políticas de Mobilidade a Pé na cidade de São Paulo 

Formação na Zona Sul

No último sábado, 12/05/18, estivemos no Cedesc, associação comunitária no Capão Redondo, com a nossa primeiro formação “Pedestre, defenda seus direitos!”. Conversamos sobre como pressionar a Prefeitura a melhorar as condições da mobilidade a pé no bairro e até participamos de programa na rádio local!

Nossas próximas formações serão em São Mateus (Zona Leste) e na Brasilândia (Zona Norte), dia 26/05! Mais informações aqui.

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Realização: Cidadeapé – Associação pela Mobilidade a Pé em São Paulo

ProjetoFortalecimento da participação da sociedade civil nas políticas de Mobilidade a Pé na cidade de São Paulo 

Foto do Post: Cidadeapé

Formação: “Pedestre, defenda seus direitos! – Zona Sul

Oficina gratuita para pedestres sobre segurança nas ruas

Como é a mobilidade no seu bairro?
É fácil ir de casa ao ponto de ônibus?
Como é para atravessar a rua?
Se você acha que é possível melhorar a maneira de se deslocar na sua região, mas não sabe como reivindicar junto ao poder público — a Cidadeapé quer ajudar!

O que é a formação?

Vamos  compartilhar como fazer uma “Auditoria Cidadã de Segurança Viária”, uma maneira simples de avaliar as condições de segurança para pedestres e ciclistas e exigir providências do
poder público. As oficinas são destinadas a cidadãs e cidadãos interessados em melhorar a segurança no trânsito em seus bairros. Elas são promovidas gratuitamente pelos voluntários da Cidadeapé. Mais informações aqui.

ZONA SUL
Dia: 12/05, das 10h00 às 13h00
Local: Cedesc
Endereço: Avenida Doutor Salvador Rocco, 1128 – Capão Redondo
Inscreva-se e participe da formação.

Perguntas? Entre em contato conosco:
E-mail: contato@cidadeape.org

Realização: Cidadeapé – Associação pela Mobilidade a Pé em São Paulo

ProjetoFortalecimento da participação da sociedade civil nas políticas de Mobilidade a Pé na cidade de São Paulo 

Formação em Auditoria Cidadã de Segurança Viária

Nos meses de abril e maio, a Cidadeapé vai promover oficinas de formação em Auditorias Cidadãs de Segurança Viária, de modo a envolver a sociedade civil na conquista de uma cidade mais segura para quem se desloca a pé e de transporte público.

Neste momento estamos em busca de organizações e coletivos parceiros de todas as regiões da cidade que queiram fazer parte das formações. Como é a mobilidade no seu bairro? É fácil ir de casa ao ponto de ônibus? Como é para atravessar a rua? Se você acha que é possível melhorar a maneira de se deslocar na sua região, mas não sabe como reivindicar junto ao poder público – a Cidadeapé quer ajudar.

O QUE SÃO AS AUDITORIAS CIDADÃS?

São oficinas destinadas a cidadãs e cidadãos interessados em melhorar a segurança no trânsito em seus bairros. Elas são promovidas gratuitamente pelos voluntários da Cidadeapé, que aplicam uma metodologia simples de avaliação das condições de segurança para pedestres e ciclistas, fazendo um exercício prático nas ruas do entorno do local da oficina. Nosso objetivo é aproximar a cidadania da discussão sobre segurança no trânsito – que geralmente é dominada por um linguajar técnico – e dar ferramentas que permitam às pessoas exigir medidas por parte do poder público.

Gostaríamos de organizar encontros em regiões mais distantes do centro de São Paulo, junto a associações locais, conselhos, coletivos etc. A atividade seria aplicada em um sábado, com duração de 3 horas, com a seguinte estrutura:

10 minutos – Apresentação das pessoas e do projeto
40 minutos – Apresentação da metodologia
90 minutos – Realização do exercício prático nas ruas do bairro
40 minutos – Apresentação dos resultados e discussão de soluções
10 minutos – Encerramento

Destacamos que é possível adaptar a programação se a organização parceira julgar necessário. A metodologia é muito fácil de usar e será uma ferramenta importante para que mais pessoas possam ajudar a identificar – e denunciar ao poder público – as dificuldades que temos como pedestres e usuários do transporte público na cidade de São Paulo!

Veja aqui uma Auditoria Cidadã que a Cidadeapé realizou, junto com o Bike Zona Sul, na Capela do Socorro em junho de 2016.

Tem interesse em receber uma das formações em Auditoria Cidadã na sua região? Entre em contato pelas nossas redes sociais ou envie um email para contato@cidadeape.org .


As Auditorias Cidadãs em Segurança Viária são parte do projeto Fortalecimento da Participação Social[*], que visa fortalecer a participação da sociedade civil nas políticas públicas sobre mobilidade a pé, de modo a alavancar mudanças reais na maneira de o governo e a sociedade entenderem o deslocamento a pé como um sistema de transporte.

O projeto é uma realização do Fundo Socioambiental CASA junto com o iCS – Instituto Clima e Sociedade e parcerias do projeto Como Anda e das organizações Corrida Amiga e Cidade Ativa, com o objetivo de apoiar projetos que promovam a mobilidade a pé no Brasil, especialmente nas grandes regiões metropolitanas.