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Módulo 2: MOBILIDADE A PÉ COMO SISTEMA DE TRANSPORTE

O Módulo 2 das Formações em Mobilidade a Pé vai acontecer no dia 20/02/16 (sábado). O tema será a “Mobilidade a Pé como sistema de transporte”.

Sim. Muitos se esquecem, mas o modo a pé é o mais utilizado nas cidades brasileiras. E deve ser considerado como um verdadeiro sistema de transporte, cujos diversos elementos deveriam ser conectados e pensados em rede. Veja uma discussão preliminar sobre o assunto dos nossos colegas do SampaPé: O sistema de transporte mais utilizado

Nessa próxima oficina vamos discutir as características da mobilidade a pé e sua infraestrutura. E vamos também avaliar a qualidade da caminhabilidade das redes urbanas.

A oficina é aberta para interessados em geral, para quem já participa da luta por melhores condições de caminhabilidade na cidade ou  gostaria de participar ou se aprofundar no assunto.

É uma atividade gratuita, com a duração de seis horas, e oferecida por voluntários. Ofereceremos transmissão online para quem não puder comparecer. Inscrições aqui.

Uma iniciativa da Cidadeapé em parceria com  a Comissão Técnica de  Mobilidade a Pé e Acessibilidade da Associação Nacional de Transportes Públicos (ANTP).

Módulo 2: Mobilidade a Pé como sistema de transporte

Quando: Sábado 20/02/16, das 9h às 16h
Local: Colégio Equipe
Endereço: Rua São Vicente de Paula, 374
Como chegar: Metrô Marechal Deodoro

Parte 1 – O que é mobilidade a pé – discussão

Das 9h às 12h
Responsável: Meli Malatesta

  1. Características da mobilidade a pé
  2. Relação da mobilidade a pé com outros modos de transporte
  3. Rede de mobilidade a pé e sua infraestrutura

Parte 2 – Caminhabilidade na prática

Das 13 às 16 hs
Responsável: Meli Malatesta

  1. Instrumentos de aferição da qualidade da infraestrutura da mobilidade a pé (metodologias)
  2. Método para contagem de pedestres

Bibliografia recomendada:

Andar a Pé: uma forma de transporte para a cidade de São Paulo
Índice de qualidade das calçadas – IQC

Inscrições: preencha o formulário aqui

 

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Formações em Mobilidade a Pé 2016

Nos primeiros meses de 2016 ofereceremos Formações em Mobilidade a Pé para interessados em geral. Trata-se de uma iniciativa da Cidadeapé em parceria com  a Comissão Técnica de  Mobilidade a Pé e Acessibilidade da Associação Nacional de Transportes Públicos (ANTP).

Serão três oficinas, nos meses de janeiro, fevereiro e março, voltadas para engajamento e ativismo pelo modo de transporte mais natural e utilizado: o modo a pé. Destinam-se  não só ao público que já participa da luta por melhores condições de caminhabilidade na cidade, mas também a quem gostaria de participar ou se aprofundar no assunto. E a todos os que andam por aí com cadeira de rodas, correndo, passeando o cachorro, de salto alto ou baixo, enfim, usando a rede da Mobilidade a Pé urbana para se deslocar.

A proposta é conhecer, discutir e se apoderar dos conceitos e necessidades relacionados ao transporte a pé, de modo a adquirir  ferramentas para debater e construir propostas que melhorem as condições  de  caminhabilidade e  acessibilidade em nossas cidades.

As oficinas gratuitas, com a duração de seis horas cada, são abertas a todos os interessados. Gostaríamos de contar com pessoas de todas as regiões da cidade para que os resultados sejam difundidos para o maior número de cidadãos

As oficinas serão independentes umas das outras, sendo permitido aos participantes  se inscreverem em quantas quiserem. O único compromisso é participar! (E avisar caso ocorra algum imprevisto).

DATAS

Sábados, das 9h às 16h.

30/01/16: Estrutura da Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) e do CMTT
20/02/16: Mobilidade a Pé como sistema de transporte e sua infraestrutura
12/03/16: Pedestres na lei: CTB, PNMU e mais – leitura crítica

 

Programação

Módulo 1: Estrutura da CET e do CMTT

Data: Sábado, 30/01/16, das 9h às 16 hs
Local: Sindicato dos Arquitetos do Estado de São Paulo
Endereço: R. Mauá, 836 – Casa 29
Como chegar: Metrô Luz

Manhã: 9h00 às 12h00 – Como funciona a CET
Responsável:  Meli Malatesta

Objetivo: Entender como funciona a CET e o que ela pode fazer pela Mobilidade a Pé. Oferecer subsídios para que possamos nos se posicionar, argumentar e fazer demandas de modo fundamentado e eficiente.

  1. A CET no organograma da Secretaria Municipal de Transportes (SMT)
  2. Como a CET funciona (estrutura, atribuições e atividades)
  3. O que a CET pode fazer pela mobilidade a pé

Tarde: 13h00 às 16h00 – Como funciona o CMTT
Responsáveis:  Joana Canedo, Rafael Calabria

Objetivo: Entender o que é e  como funciona o CMTT – Conselho Municipal de Trânsito e Transporte, e qual a função de suas câmaras temáticas, especificamente da Câmara Temática (CT) de Mobilidade a Pé. Por fim, debater como e por que os cidadãos devem se engajar e participar.

  1. O que é o CMTT e como funciona
  2. Câmara Temática de Mobilidade a Pé
  3. Como e por que participar

Inscrições para o Módulo 1: preencha o formulário aqui.

Ver evento no Facebook: Módulo 1: Como funcionam a CET e o CMTT

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Módulo 2: Mobilidade a Pé como sistema de transporte

Sábado, 20/02/16, das 9h às 16h

  1. O que é mobilidade a pé: características
  2. Relação da mobilidade a pé com outros modos de transporte
  3. Rede de mobilidade a pé e sua infraestrutura
  4. Instrumentos de aferição da qualidade da infraestrutura da mobilidade a pé (metodologias)

Mais informações e inscrições a partir de fevereiro.

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Módulo 3: Pedestres na lei: CTB, PNMU e mais – leitura crítica

Sábado, 12/03/16, das 9h às 16h

  1. O que é o Código de Trânsito Brasileiro (CTB) e sua leitura crítica
  2. O que é a Política Nacional de Mobilidade Urbana (PNMU)  e sua leitura crítica
  3. Leis municipais: calçadas e a apropriação dos espaços públicos de caminhada para outras funções
  4. Cases: contribuições para a Mobilidade a Pé no Plano Municipal de Mobilidade Urbana (PlanMob) de São Paulo; Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) Mobilidade Ativa;  Lei do Gesto do Pedestre, entre outros.

Mais informações e inscrições a partir de fevereiro.

https://mobilidadeape.files.wordpress.com/2016/01/img_4184.jpg?w=1640&h=624&crop=1

Caminhada com estudantes desenvolvendo apps de mobilidade

O que é necessário para desenvolver apps de mobilidade? Entre outras coisas, uma caminhada pela cidade. Ter a visão dos espaços de deslocamento do ponto de vista das pessoas. Sentir, observar e experimentar na prática as questões relacionadas a acessibilidade, conectividade, linearidade, intermodalidade, entre outras.

Foi com essa proposta que 20 estudantes – de Harvard, do Instituto de Matemática e Estatística (IME-USP) e Fundação Getulio Vargas (FGV-EMAp) – se deslocaram por São Paulo na última segunda, 11/01/16. Caminharam e pegaram ônibus do Museu de Arte de São Paulo (MASP) até o MobiLab, no centro da cidade, acompanhados da Cidadeapé e do SampaPé!.

Os estudantes fazem parte de um programa de Harvard com o MobiLab da SPtrans, no qual vão tentar desenvolver quatro aplicativos relacionados a mobilidade na capital paulista, servindo-se dos dados de radares da Companhia de Engenharia de Tráfego (CET), bilhetagem da SPtrans e imagens aéreas da cidade.

Nós, da Cidadeapé e do SampaPé!, conduzimos a turma pela cidade antes do início dos trabalhos, para lhes dar uma ideia da realidade paulistana de mobilidade, seus desafios e prazeres.

O passeio seguiu um percurso não necessariamente direto, mas que pretendia mostrar a diversidade da cidade e oferecer a experiência do transporte público coletivo e das calçadas e travessias paulistanas.

Abaixo o trajeto realizado e algumas fotos da tarde chuvosa, porém animada.

mobilab tour_map

Pessoas passam diante da entrada da Estação Paulista do metrô

10a Reunião Geral da Cidadeapé

Todos estão convidados a participar da 10a Reunião Geral da Cidadeapé, dia 18/01/16, às 19h. A reunião será no espaço do Instituto CicloBr, ao qual agradecemos o acolhimento!

Aproveitamos para anunciar que nos primeiros meses do ano ofereceremos Formações em Mobilidade a Pé, numa parceria com a Comissão Técnica de Mobilidade a Pé e Acessibilidade da Associação Nacional de Transportes Públicos (ANTP). Serão três oficinas gratuitas, para interessados em geral, voltadas para ampliar nossos conhecimentos sobre legislação, administração, técnica e política relacionados ao sistema de transporte a pé. Mais informações a partir da semana que vem.

Agenda de janeiro

14/01/16, às 19h: Reunião do Grupo de Trabalho (GT) Calçadas
18/01/16, às 19h: Reunião Geral da Cidadeapé
30/01/16, das 9h às 16h: Formação em Mobilidade a Pé, Módulo 1: Como funcionam a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) e o Conselho Municipal de Trânsito e Transporte (CMTT)

Pauta da 10a Reunião Geral

  • Preparação para a próxima reunião da Câmara Temática do Pedestre no CMTT
  • Relato do planejamento 2016 do GT Ação
  • Relato do planejamento 2016 do GT Política a Pé
  • Relato do planejamento das Formações em Mobilidade a Pé
  • OcupaCMTT
  • Informes e outros assuntos
10a Reunião Geral da Cidadeapé
Dia: Segunda-feira, 18/01/16
Hora: Das 19h às 21h
Local: Instituto CicloBr
Endereço: Rua da Consolação, 2542
Como chegar: Metrô Paulista X Consolação
300px-Estacao_Paulista
Imagem do post: Estação Paulista. Foto: Lado Bá

 

Semáforo de pedestres com o boneco verde aceso e o logotipo do seminário Cidades a Pé

Seminário “Cidades a Pé”: documentário

Em novembro de 2015 aconteceu em São Paulo um evento inédito: o primeiro seminário internacional no Brasil dedicado exclusivamente à mobilidade a pé.

Organizado pela Comissão Técnica de Mobilidade a Pé e Acessibilidade da Associação Nacional de Transportes Públicos (ANTP), o seminário durou quatro dias, contou com a participação de especialistas de diversos países e estados brasileiros. Um marco para a discussão de cidades mais humanas e caminháveis.

Vejam como foi.

Sede da Câmara Municipal de São Paulo no viaduto Jacareí. Foto: Devanir Amâncio

Reunião do Grupo de Trabalho (GT) Política a Pé

Esta segunda, 14/12/15, haverá reunião do GT Politica a Pé da associação. O GT fará uma balanço do ano de 2015 e vai começar a preparar as atividades de 2016.

Todos os interessados em participar das discussões sobre políticas públicas que podem impactar a vida de quem anda pela cidade são bem-vindos!!!!

Não haverá reunião geral.

Pauta da reunião do GT Política a Pé

  • 1 milhão de m2 de calçadas
  • Departamento Nacional de Trânsito (DENATRAN) – mensagens publicitárias e sinalização de saída de garagem
  • Gesto do Pedestre
  • Licitação dos serviços de ônibus
  • Encontro com o Ministério Público Estadual (MPE)
  • Câmara Temática da Mobilidade a Pé
  • Informes e outros assuntos
Reunião GT Política a Pé
Dia: Segunda-feira, 14/12/15
Hora: Das 19h às 21h
Local: Câmara Municipal – Sala Tiradentes
Endereço: Viaduto Jacareí, 100
Como chegar: Metrô Anhangabaú,
Terminal Bandeira
Fachada do Palácio Anchieta, sede da Câmara Municipal de São Paulo
Imagem do post: Sede da Câmara Municipal de São Paulo no viaduto Jacareí. Foto: Devanir Amâncio

 

Calçada larga e renovada com bancos de madeira e árvores

“Após ciclovias e faixas de ônibus, pedestre é a prioridade em SP”

Publicado originalmente em: Mobilize
Autor: Marcos de Sousa/ Mobilize
Data: 26/11/2015

Na terceira parte de sua entrevista ao Mobilize (vejas as outras partes aqui e aqui), o secretário paulistano de transportes, Jilmar Tatto, fala em valorização do pedestre, melhoria da sinalização, novo modelo de calçadas e também aponta estratégias para a manutenção e expansão do sistema cicloviário da cidade. Confira a seguir:


Qualquer que seja o sistema de transporte da cidade, as pessoas reclamam muito do caminho entre suas casas e os terminais e pontos de ônibus, por conta da má condição das calçadas. Nós do Mobilize defendemos o conceito de calçadas como sistema de transporte. Se as cidades tiverem calçadas largas, bem mantidas, as pessoas poderão fazer pequenas viagens, de 1 km a 2 km, apenas caminhando, sem necessidade de tirar seus carros das garagens. Como a gestão municipal pretende tratar dessa infraestrutura urbana?

Nós também entendemos que calçadas são um modo de transporte. Depois de fazer as faixas exclusivas de ônibus, depois de iniciar o programa de ciclovias, nós estamos voltando nosso olhar ao pedestre. Existem dois setores da sociedade que não são articulados para exercer pressão sobre o poder público: um é o usuário do transporte público e o outro é o pedestre. Assim, como são setores não organizados, cabe ao setor público trabalhar para estimular a melhoria dessas infraestruturas. No caso dos pedestres, nós criamos dentro do Conselho Municipal de Transporte e Trânsito uma Câmara Temática sobre Pedestres, como os cicloativistas já têm. Quanto mais gente participar dessa organização, que se torna “um grilo” no ouvido do gestor público, da imprensa, melhor para a sociedade.

Mas há algum plano para a construção de calçadas?
Estamos experimentando um novo modelo de calçadas para a cidade, que está sendo implantado na rua Sete de Abril, no Centro. Todos os cabeamentos e dutos serão alojados em galerias inspecionáveis, de forma que caso alguma concessionária precise trabalhar na área ela poderá retirar algumas placas do piso e chegar até o duto ou cabo sem a necessidade quebrar a calçada. A ideia é evitar que se faça uma obra e que no dia seguinte outra obra destrua tudo.

Corte esquemático de uma rua mostrando a divisão do espaço entre calçadas e pistas
Projeto de novo tipo de calçada, na rua Sete de Abril, em São Paulo – Imagem: Gestão Urbana

Mas, enquanto isso, o pedestre continua sendo tratado como chato que prejudica o tráfego. Os semáforos das cidades abrem em verde e depois de cinco segundos já começam a piscar em vermelho. Isso é irritante e desorienta o pedestre. A Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) não pode mudar esse critério?
Eu também sou pedestre e também não vejo sentido naquilo…

Mas o sr. não é o secretário, não é quem manda na CET?
A equipe técnica da CET adotou esse critério porque é uma tendência mundial. Mas por prudência nós levamos essa discussão para a Câmara Temática, primeiro sob a lógica do pedestre, que não deve ser apressado, principalmente pelos veículo motorizados. Nós estamos analisando a questão e não vejo nenhuma dificuldade em mudar esse critério. Nossa objetivo, como diz a Política Nacional de Mobilidade, é priorizar o pedestre…

Vamos falar de bicicletas. Como a prefeitura está trabalhando para melhorar e manter as ciclovias recém-implantadas na cidade? É muito comum para quem pedala encontrar trechos com o pavimento todo esburacado, com acúmulo de água, lama e limo, situação que acaba gerando acidentes. Há algum plano para “passar a limpo” essas ciclofaixas que já estão dando sinais de desgaste e envelhecimento precoce?
Nós já temos um programa de reforma de ciclovias e já fizemos algumas obras para corrigir os pontos mais críticos. Mas há que entender que a prefeitura tem um projeto e uma estratégia para a implantação do sistema cicloviário da cidade, com os 400 km de ciclovias. Primeiro, queríamos cumprir a meta porque considerávamos que a cidade precisava ter uma rede cicloviária. Segundo, porque tínhamos que conquistar um espaço segregado para o ciclista, mesmo que a qualidade desse pavimento fosse igual à do pavimento da rua, ou à da calçada. Era melhor ter 400 km com essa qualidade do que apenas 50 km com a qualidade da ciclovia da av. Paulista. Terceiro, a estratégia era ocupar a cidade e enfrentar as polêmicas com o usuário do carro, com a imprensa, com os comerciantes. Depois que se ocupa o espaço fica mais fácil politicamente reformar o pavimento, ampliar a ciclovia…Nós fizemos esse debate com os cicloativistas e mostramos que temos técnicos capacitados para projetar e construir ciclovias. Tínhamos uma limitação de recursos, e sobretudo enfrentávamos a resistência de uma cidade que ainda não tinha a cultura do uso da bicicleta. Agora nós temos inauguração de ciclovias todos os dias e ninguém mais reclama.

Mas, obviamente, temos que cuidar do que foi feito, temos que fazer alguns ajustes. A prefeitura terá que continuar o processo de implantação – porque 400 km é muito pouco para uma cidade como São Paulo – , reformar as ciclovias existentes e fazer os ajustes necessários. Em alguns pontos nós usamos um tipo de pavimento, um traçado mais sinuoso, e com a experiência fomos concluindo pela necessidade de mudança. Por último, precisamos melhorar a sinalização nas ciclovias.

Mas quem vai manter as ciclovias no dia a dia?
Nós debatemos isso internamente e concluímos que essa tarefa deve ficar com as Subprefeituras, e elas já começaram a trabalhar. O cidadão que tiver que encaminhar uma reclamação deve buscar as subprefeituras ou fazê-la pelo telefone 156.

E as travessias de pontes, o programa vai seguir?
Já fizemos várias travessias: na ponte da Casa Verde, Vila Guilherme, Vila Maria, na Cruzeiro do Sul. E estamos preparando o projeto da ponte exclusiva para ciclistas e pedestres na Cidade Jardim, sobre o Rio Pinheiros.

Imagem do post: Calçada com placas de concreto em São Paulo.  Foto: Divulgaçao/ABCP
Sede da Câmara Municipal de São Paulo no viaduto Jacareí. Foto: Devanir Amâncio

9a Reunião Geral da Cidadeapé

Todos estão convidados para participar da 9a Reunião Geral da Cidadeapé, dia 30/11/15, às 19h, na Câmara Municipal.

Aproveitamos para contar as novidades do mês e apresentar a agenda das próximas semanas.

Notícias

O super-herói dos pedestres brasileiros está chegando!
A Câmara Temática de Mobilidade a Pé do Conselho Municipal de Trânsito e Transporte (CMTT) está instalada
“Tóquio: pedestres levados a sério em 4 exemplos simples”
“Pedestres se inspiram em militância ciclista por uma SP ‘caminhável’”
As pessoas e o Código de Trânsito Brasileiro

Agenda

25 a 27 de novembro: Seminário Internacional ‘Cidades a Pé’, promovido pela Associação Nacional de Transportes Públicos (ANTP)
28 de novembro: Festival Calçadão – Evento final do Seminário ‘Cidades a Pé’
2 de dezembro, 15h: Reunião da Câmara Temática de Mobilidade a Pé
4 de dezembro, 10h: Reunião da Comissão Técnica (CT) Mobilidade a Pé e Acessibilidade da ANTP
10 de dezembro, 8h30: 16a reunião do CMTT: Apresentação do Plano Municipal de Mobilidade Urbana (PlanMob)

PAUTA

  • Câmara Temática de Mobilidade a Pé no CMTT
  • Formações em Mobilidade a Pé: “Como funciona a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET)”, “o CTB e a mobilidade a pé”, “Mobilidade a Pé como sistema de transporte”, etc.
  • Preparação para as eleições do CMTT em março de 2016
  • Relato das atividades do Grupo de Trabalho (GT) Ação
  • Relato das atividades do GT Política a Pé
  • Relatos dos últimos eventos: Treinamento de Mídia, Encontro de arquitetos e Seminário Cidades a Pé
  • Informes e outros assuntos

 

9a Reunião Geral da Cidadeapé
Dia: Segunda-feira, 30/11/15
Hora: Das 19h às 21h
Local: Câmara Municipal – Sala Tiradentes
Endereço: Viaduto Jacareí, 100
Como chegar: Metrô Anhangabaú,
Terminal Bandeira
Fachada do Palácio Anchieta, sede da Câmara Municipal de São Paulo
Imagem do post: Sede da Câmara Municipal de São Paulo no viaduto Jacareí. Foto: Devanir Amâncio