Acompanhem a transmissão do Modulo 2 da nossa Formação em Mobilidade a Pé: a Mobilidade a Pé como sistema de Transporte!
Parte 2 (das 11:00 as 12:30) (Este vídeo não está mais disponível no YouTube.)
Parte 1 (das 9:00 as 10:30) (Este vídeo não está mais disponível no YouTube.)
O Módulo 2 das Formações em Mobilidade a Pé vai acontecer no dia 20/02/16 (sábado). O tema será a “Mobilidade a Pé como sistema de transporte”.
Sim. Muitos se esquecem, mas o modo a pé é o mais utilizado nas cidades brasileiras. E deve ser considerado como um verdadeiro sistema de transporte, cujos diversos elementos deveriam ser conectados e pensados em rede. Veja uma discussão preliminar sobre o assunto dos nossos colegas do SampaPé: O sistema de transporte mais utilizado
Nessa próxima oficina vamos discutir as características da mobilidade a pé e sua infraestrutura. E vamos também avaliar a qualidade da caminhabilidade das redes urbanas.
A oficina é aberta para interessados em geral, para quem já participa da luta por melhores condições de caminhabilidade na cidade ou gostaria de participar ou se aprofundar no assunto.
É uma atividade gratuita, com a duração de seis horas, e oferecida por voluntários. Ofereceremos transmissão online para quem não puder comparecer. Inscrições aqui.
A transmissão ao vivo do Módulo 1 – Como funcionam a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) e o Conselho Municipal de Trânsito e Transporte (CMTT), das Formações em Mobilidade a Pé 2016, já vai começar. https://meet.jit.si/Cidadeape2016
Serão três oficinas, nos meses de janeiro, fevereiro e março, voltadas para engajamento e ativismo pelo modo de transporte mais natural e utilizado: o modo a pé. Destinam-se não só ao público que já participa da luta por melhores condições de caminhabilidade na cidade, mas também a quem gostaria de participar ou se aprofundar no assunto. E a todos os que andam por aí com cadeira de rodas, correndo, passeando o cachorro, de salto alto ou baixo, enfim, usando a rede da Mobilidade a Pé urbana para se deslocar.
A proposta é conhecer, discutir e se apoderar dos conceitos e necessidades relacionados ao transporte a pé, de modo a adquirir ferramentas para debater e construir propostas que melhorem as condições de caminhabilidade e acessibilidade em nossas cidades.
As oficinas gratuitas, com a duração de seis horas cada, são abertas a todos os interessados. Gostaríamos de contar com pessoas de todas as regiões da cidade para que os resultados sejam difundidos para o maior número de cidadãos
As oficinas serão independentes umas das outras, sendo permitido aos participantes se inscreverem em quantas quiserem. O único compromisso é participar! (E avisar caso ocorra algum imprevisto).
DATAS
Sábados, das 9h às 16h.
30/01/16: Estrutura da Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) e do CMTT 20/02/16: Mobilidade a Pé como sistema de transporte e sua infraestrutura 12/03/16: Pedestres na lei: CTB, PNMU e mais – leitura crítica
Programação
Módulo 1: Estrutura da CET e do CMTT
Data: Sábado, 30/01/16, das 9h às 16 hs Local: Sindicato dos Arquitetos do Estado de São Paulo Endereço: R. Mauá, 836 – Casa 29 Como chegar: Metrô Luz
Manhã: 9h00 às 12h00 – Como funciona a CET Responsável: Meli Malatesta
Objetivo: Entender como funciona a CET e o que ela pode fazer pela Mobilidade a Pé. Oferecer subsídios para que possamos nos se posicionar, argumentar e fazer demandas de modo fundamentado e eficiente.
A CET no organograma da Secretaria Municipal de Transportes (SMT)
Como a CET funciona (estrutura, atribuições e atividades)
O que a CET pode fazer pela mobilidade a pé
Tarde: 13h00 às 16h00 – Como funciona o CMTT Responsáveis: Joana Canedo, Rafael Calabria
Objetivo: Entender o que é e como funciona o CMTT – Conselho Municipal de Trânsito e Transporte, e qual a função de suas câmaras temáticas, especificamente da Câmara Temática (CT) de Mobilidade a Pé. Por fim, debater como e por que os cidadãos devem se engajar e participar.
Módulo 2: Mobilidade a Pé como sistema de transporte
Sábado, 20/02/16, das 9h às 16h
O que é mobilidade a pé: características
Relação da mobilidade a pé com outros modos de transporte
Rede de mobilidade a pé e sua infraestrutura
Instrumentos de aferição da qualidade da infraestrutura da mobilidade a pé (metodologias)
Mais informações e inscrições a partir de fevereiro.
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Módulo 3: Pedestres na lei: CTB, PNMU e mais – leitura crítica
Sábado, 12/03/16, das 9h às 16h
O que é o Código de Trânsito Brasileiro (CTB) e sua leitura crítica
O que é a Política Nacional de Mobilidade Urbana (PNMU) e sua leitura crítica
Leis municipais: calçadas e a apropriação dos espaços públicos de caminhada para outras funções
Cases: contribuições para a Mobilidade a Pé no Plano Municipal de Mobilidade Urbana (PlanMob) de São Paulo; Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) Mobilidade Ativa; Lei do Gesto do Pedestre, entre outros.
Mais informações e inscrições a partir de fevereiro.
O que é necessário para desenvolver apps de mobilidade? Entre outras coisas, uma caminhada pela cidade. Ter a visão dos espaços de deslocamento do ponto de vista das pessoas. Sentir, observar e experimentar na prática as questões relacionadas a acessibilidade, conectividade, linearidade, intermodalidade, entre outras.
Foi com essa proposta que 20 estudantes – de Harvard, do Instituto de Matemática e Estatística (IME-USP) e Fundação Getulio Vargas (FGV-EMAp) – se deslocaram por São Paulo na última segunda, 11/01/16. Caminharam e pegaram ônibus do Museu de Arte de São Paulo (MASP) até o MobiLab, no centro da cidade, acompanhados da Cidadeapé e do SampaPé!.
Os estudantes fazem parte de um programa de Harvard com o MobiLab da SPtrans, no qual vão tentar desenvolver quatro aplicativos relacionados a mobilidade na capital paulista, servindo-se dos dados de radares da Companhia de Engenharia de Tráfego (CET), bilhetagem da SPtrans e imagens aéreas da cidade.
Nós, da Cidadeapé e do SampaPé!, conduzimos a turma pela cidade antes do início dos trabalhos, para lhes dar uma ideia da realidade paulistana de mobilidade, seus desafios e prazeres.
O passeio seguiu um percurso não necessariamente direto, mas que pretendia mostrar a diversidade da cidade e oferecer a experiência do transporte público coletivo e das calçadas e travessias paulistanas.
Abaixo o trajeto realizado e algumas fotos da tarde chuvosa, porém animada.
Todos estão convidados a participar da 10a Reunião Geral da Cidadeapé, dia 18/01/16, às 19h. A reunião será no espaço do Instituto CicloBr, ao qual agradecemos o acolhimento!
Aproveitamos para anunciar que nos primeiros meses do ano ofereceremos Formações em Mobilidade a Pé, numa parceria com a Comissão Técnica de Mobilidade a Pé e Acessibilidade da Associação Nacional de Transportes Públicos (ANTP). Serão três oficinas gratuitas, para interessados em geral, voltadas para ampliar nossos conhecimentos sobre legislação, administração, técnica e política relacionados ao sistema de transporte a pé. Mais informações a partir da semana que vem.
Agenda de janeiro
14/01/16, às 19h: Reunião do Grupo de Trabalho (GT) Calçadas 18/01/16, às 19h: Reunião Geral da Cidadeapé 30/01/16, das 9h às 16h: Formação em Mobilidade a Pé, Módulo 1: Como funcionam a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) e o Conselho Municipal de Trânsito e Transporte (CMTT)
Pauta da 10a Reunião Geral
Preparação para a próxima reunião da Câmara Temática do Pedestre no CMTT
Relato do planejamento 2016 do GT Ação
Relato do planejamento 2016 do GT Política a Pé
Relato do planejamento das Formações em Mobilidade a Pé
OcupaCMTT
Informes e outros assuntos
10a Reunião Geral da Cidadeapé
Dia: Segunda-feira, 18/01/16 Hora: Das 19h às 21h Local: Instituto CicloBr Endereço: Rua da Consolação, 2542 Como chegar: Metrô Paulista X Consolação
Imagem do post: Estação Paulista. Foto: Lado Bá
Em novembro de 2015 aconteceu em São Paulo um evento inédito: o primeiro seminário internacional no Brasil dedicado exclusivamente à mobilidade a pé.
Organizado pela Comissão Técnica de Mobilidade a Pé e Acessibilidade da Associação Nacional de Transportes Públicos (ANTP), o seminário durou quatro dias, contou com a participação de especialistas de diversos países e estados brasileiros. Um marco para a discussão de cidades mais humanas e caminháveis.
Esta segunda, 14/12/15, haverá reunião do GT Politica a Pé da associação. O GT fará uma balanço do ano de 2015 e vai começar a preparar as atividades de 2016.
Todos os interessados em participar das discussões sobre políticas públicas que podem impactar a vida de quem anda pela cidade são bem-vindos!!!!
Não haverá reunião geral.
Pauta da reunião do GT Política a Pé
1 milhão de m2 de calçadas
Departamento Nacional de Trânsito (DENATRAN) – mensagens publicitárias e sinalização de saída de garagem
Gesto do Pedestre
Licitação dos serviços de ônibus
Encontro com o Ministério Público Estadual (MPE)
Câmara Temática da Mobilidade a Pé
Informes e outros assuntos
Reunião GT Política a Pé
Dia: Segunda-feira, 14/12/15 Hora: Das 19h às 21h Local: Câmara Municipal – Sala Tiradentes Endereço: Viaduto Jacareí, 100 Como chegar: Metrô Anhangabaú,
Terminal Bandeira
Imagem do post: Sede da Câmara Municipal de São Paulo no viaduto Jacareí. Foto: Devanir Amâncio
Na terceira parte de sua entrevista ao Mobilize (vejas as outras partes aqui e aqui), o secretário paulistano de transportes, Jilmar Tatto, fala em valorização do pedestre, melhoria da sinalização, novo modelo de calçadas e também aponta estratégias para a manutenção e expansão do sistema cicloviário da cidade. Confira a seguir:
Qualquer que seja o sistema de transporte da cidade, as pessoas reclamam muito do caminho entre suas casas e os terminais e pontos de ônibus, por conta da má condição das calçadas. Nós do Mobilize defendemos o conceito de calçadas como sistema de transporte. Se as cidades tiverem calçadas largas, bem mantidas, as pessoas poderão fazer pequenas viagens, de 1 km a 2 km, apenas caminhando, sem necessidade de tirar seus carros das garagens. Como a gestão municipal pretende tratar dessa infraestrutura urbana?
Nós também entendemos que calçadas são um modo de transporte. Depois de fazer as faixas exclusivas de ônibus, depois de iniciar o programa de ciclovias, nós estamos voltando nosso olhar ao pedestre. Existem dois setores da sociedade que não são articulados para exercer pressão sobre o poder público: um é o usuário do transporte público e o outro é o pedestre. Assim, como são setores não organizados, cabe ao setor público trabalhar para estimular a melhoria dessas infraestruturas. No caso dos pedestres, nós criamos dentro do Conselho Municipal de Transporte e Trânsito uma Câmara Temática sobre Pedestres, como os cicloativistas já têm. Quanto mais gente participar dessa organização, que se torna “um grilo” no ouvido do gestor público, da imprensa, melhor para a sociedade.
Mas há algum plano para a construção de calçadas? Estamos experimentando um novo modelo de calçadas para a cidade, que está sendo implantado na rua Sete de Abril, no Centro. Todos os cabeamentos e dutos serão alojados em galerias inspecionáveis, de forma que caso alguma concessionária precise trabalhar na área ela poderá retirar algumas placas do piso e chegar até o duto ou cabo sem a necessidade quebrar a calçada. A ideia é evitar que se faça uma obra e que no dia seguinte outra obra destrua tudo.
Projeto de novo tipo de calçada, na rua Sete de Abril, em São Paulo – Imagem: Gestão Urbana
Mas, enquanto isso, o pedestre continua sendo tratado como chato que prejudica o tráfego. Os semáforos das cidades abrem em verde e depois de cinco segundos já começam a piscar em vermelho. Isso é irritante e desorienta o pedestre. A Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) não pode mudar esse critério? Eu também sou pedestre e também não vejo sentido naquilo…
Mas o sr. não é o secretário, não é quem manda na CET? A equipe técnica da CET adotou esse critério porque é uma tendência mundial. Mas por prudência nós levamos essa discussão para a Câmara Temática, primeiro sob a lógica do pedestre, que não deve ser apressado, principalmente pelos veículo motorizados. Nós estamos analisando a questão e não vejo nenhuma dificuldade em mudar esse critério. Nossa objetivo, como diz a Política Nacional de Mobilidade, é priorizar o pedestre…
Vamos falar de bicicletas. Como a prefeitura está trabalhando para melhorar e manter as ciclovias recém-implantadas na cidade? É muito comum para quem pedala encontrar trechos com o pavimento todo esburacado, com acúmulo de água, lama e limo, situação que acaba gerando acidentes. Há algum plano para “passar a limpo” essas ciclofaixas que já estão dando sinais de desgaste e envelhecimento precoce? Nós já temos um programa de reforma de ciclovias e já fizemos algumas obras para corrigir os pontos mais críticos. Mas há que entender que a prefeitura tem um projeto e uma estratégia para a implantação do sistema cicloviário da cidade, com os 400 km de ciclovias. Primeiro, queríamos cumprir a meta porque considerávamos que a cidade precisava ter uma rede cicloviária. Segundo, porque tínhamos que conquistar um espaço segregado para o ciclista, mesmo que a qualidade desse pavimento fosse igual à do pavimento da rua, ou à da calçada. Era melhor ter 400 km com essa qualidade do que apenas 50 km com a qualidade da ciclovia da av. Paulista. Terceiro, a estratégia era ocupar a cidade e enfrentar as polêmicas com o usuário do carro, com a imprensa, com os comerciantes. Depois que se ocupa o espaço fica mais fácil politicamente reformar o pavimento, ampliar a ciclovia…Nós fizemos esse debate com os cicloativistas e mostramos que temos técnicos capacitados para projetar e construir ciclovias. Tínhamos uma limitação de recursos, e sobretudo enfrentávamos a resistência de uma cidade que ainda não tinha a cultura do uso da bicicleta. Agora nós temos inauguração de ciclovias todos os dias e ninguém mais reclama.
Mas, obviamente, temos que cuidar do que foi feito, temos que fazer alguns ajustes. A prefeitura terá que continuar o processo de implantação – porque 400 km é muito pouco para uma cidade como São Paulo – , reformar as ciclovias existentes e fazer os ajustes necessários. Em alguns pontos nós usamos um tipo de pavimento, um traçado mais sinuoso, e com a experiência fomos concluindo pela necessidade de mudança. Por último, precisamos melhorar a sinalização nas ciclovias.
Mas quem vai manter as ciclovias no dia a dia? Nós debatemos isso internamente e concluímos que essa tarefa deve ficar com as Subprefeituras, e elas já começaram a trabalhar. O cidadão que tiver que encaminhar uma reclamação deve buscar as subprefeituras ou fazê-la pelo telefone 156.
E as travessias de pontes, o programa vai seguir? Já fizemos várias travessias: na ponte da Casa Verde, Vila Guilherme, Vila Maria, na Cruzeiro do Sul. E estamos preparando o projeto da ponte exclusiva para ciclistas e pedestres na Cidade Jardim, sobre o Rio Pinheiros.
Imagem do post: Calçada com placas de concreto em São Paulo. Foto: Divulgaçao/ABCP
25 a 27 de novembro: Seminário Internacional ‘Cidades a Pé’, promovido pela Associação Nacional de Transportes Públicos (ANTP) 28 de novembro: Festival Calçadão – Evento final do Seminário ‘Cidades a Pé’ 2 de dezembro, 15h: Reunião da Câmara Temática de Mobilidade a Pé 4 de dezembro, 10h: Reunião da Comissão Técnica (CT) Mobilidade a Pé e Acessibilidade da ANTP 10 de dezembro, 8h30: 16a reunião do CMTT: Apresentação do Plano Municipal de Mobilidade Urbana (PlanMob)
PAUTA
Câmara Temática de Mobilidade a Pé no CMTT
Formações em Mobilidade a Pé: “Como funciona a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET)”, “o CTB e a mobilidade a pé”, “Mobilidade a Pé como sistema de transporte”, etc.
Preparação para as eleições do CMTT em março de 2016
Relato das atividades do Grupo de Trabalho (GT) Ação
Relato das atividades do GT Política a Pé
Relatos dos últimos eventos: Treinamento de Mídia, Encontro de arquitetos e Seminário Cidades a Pé
Informes e outros assuntos
9a Reunião Geral da Cidadeapé
Dia: Segunda-feira, 30/11/15 Hora: Das 19h às 21h Local: Câmara Municipal – Sala Tiradentes Endereço: Viaduto Jacareí, 100 Como chegar: Metrô Anhangabaú,
Terminal Bandeira
Imagem do post: Sede da Câmara Municipal de São Paulo no viaduto Jacareí. Foto: Devanir Amâncio