30ª Reunião Geral da Cidadeapé

Todos e todas estão convidados a participar da 30ª Reunião Geral da Cidadeapé, segunda-feira, 25/0p/17, às 19h00,  no Mobilab (Rua São Bento, 136, Mezanino), próximo ao Metrô São Bento.

As atas das reuniões anteriores estão disponíveis em https://cidadeape.org/atas-da-reunioes-da-associacao/

A reunião é aberta a todos e todas que queiram colaborar.
Venha contribuir para uma cidade mais caminhável! Participe.

PAUTA DA 30ª REUNIÃO GERAL

  • Boas-vindas aos novos participantes (5 minutos)
  • Informes (10 minutos)
  • Projeto Fundo Casa (20 minutos)
  • Organização dos trabalhos (grupos e responsáveis) (20 minutos)
  • Infosiga (15 minutos)
  • Festival Mobifilm (10 minutos)
  • Câmara Temática de Mobilidade a Pé (20 minutos)
  • Outros encaminhamentos (10 minutos)

30ª REUNIÃO GERAL DA CIDADEAPÉ

Dia: Segunda-feira, 25/09/2017
Hora: Das 19h00 às 21h00
Local: Mobilab
Endereço: Rua Boa Vista, 136, Mezanino
Como chegar: Metrô São Bento, ou ônibus  Terminal Dom Pedro II. Pode entrar com bicicleta. Acessível.
 

29ª Reunião Geral da Cidadeapé

Todos e todas estão convidados a participar da 29ª Reunião Geral da Cidadeapé, segunda-feira, 28/08/17, às 19h00,  na Câmara Municipal de  São Paulo (Viaduto Jacareí, 100, Bela Vista, São Paulo), próximo ao Metrô Anhangabaú.

Além dos assuntos correntes, vamos discutir um pouco sobre a sinalização para pedestres. Venha dar sua opinião.

As atas das reuniões anteriores estão disponíveis em https://cidadeape.org/atas-da-reunioes-da-associacao/

A reunião é aberta a todos e todas que queiram colaborar.
Venha contribuir para uma cidade mais caminhável! Participe.

PAUTA DA 29ª REUNIÃO GERAL

  • Boas-vindas aos novos participantes (5 minutos)
  • CTMP, próxima pauta (20 minutos)
  • Discussão – Sinalização para pedestre (20 minutos)
  • Semana da Mobilidade  (10 minutos)
  • Informes (edital Casa, parceria com Ciclocidade – Bloomberg, outros informes) (20 minutos)
  • Estatuto de Pedestre – Regulamentação (20 minutos)
  • Organização dos trabalhos (grupos e responsáveis) (20 minutos)

29ª REUNIÃO GERAL DA CIDADEAPÉ

Dia: Segunda-feira, 28/08/2017
Hora: Das 19h00 às 21h00
Local: Câmara Municipal – Sala Tiradentes
Endereço: Viaduto Jacareí, 100, Bela Vista, São Paulo
Como chegar: Metrô Anhangabaú, ou ônibus R. da Consolação, Av. Brigadeiro Luís Antônio, Terminal Bandeira. A entrada do bicicletário da Câmara é na Rua Santo Antônio. Atenção! A Câmara Municipal de São Paulo passou a pedir documento de identificação com foto (RG ou carteira de habilitação) para cidadãos que visitarem o prédio do Legislativo paulistano.
 

O problema da Meta de Mobilidade Ativa no Programa de Metas de SP

Foi apresentada à Câmara Temática de Mobilidade a Pé a pesquisa de mobilidade urbana realizada para medir o indicador de referência para a meta “Aumentar em 10% a participação dos modos ativos de deslocamento até 2020” (meta 26 do Programa de Metas).

É importante destacar que, desde a primeira versão do texto do Programa de Metas, nós da Cidadeapé, Ciclocidade e SampaPé criticamos essa meta. Em primeiro lugar, porque ela junta deslocamentos ativos (bicicleta e mobilidade a pé) cujo aumento tem natureza totalmente distintas: enquanto é desejável aumentar o uso da bicicleta, aumentar os deslocamentos a pé não é algo desejável por si só, tendo em vista que muitos são realizados precariamente devido à deficiente estrutura de transporte público. Em segundo lugar, uma meta baseada em aumento de deslocamentos não indicaria necessariamente nenhuma melhora para os deslocamentos ativos. Por fim, o formato da pesquisa não é capaz de mensurar o aumento no número de bicicletas e pedestres, dada a margem de erro da pesquisa se aproxima do percentual de aumento pretendido.

Vale lembrar que, junto com organizações parceiras, estivemos presentes nas audiências públicas temáticas e regionais e entregamos sugestões ao Programa de Metas, e sempre nos opusemos a este formato de meta baseada em pesquisa de aumento da mobilidade ativa.

A pesquisa não teve participação social das câmaras temáticas, como previsto no próprio Programa. Ela foi anunciada para a Câmara Temática de Mobilidade a Pé em 8 de junho, quando foi sugerido pela SMT (Secretaria Municipal de Mobilidade e Transportes) que haveria um processo participativo na sua elaboração. No entanto, a coleta de dados foi iniciada cinco dias depois, sem a possibilidade de participação das Câmaras Temáticas de Mobilidade a Pé e Bicicleta, e da própria Comissão Técnica da Mobilidade a Pé e Acessibilidade da ANTP (Associação Nacional de Transportes Públicos). Entendemos que isso implica um erro grave no processo, uma vez que não houve tempo hábil para as discussões sobre as características e objetivos pesquisa, dada sua importância e especificidade.

A pesquisa, feita às pressas, foi coordenada pela ANTP, que por sua vez contratou a Toledo & Associados Research para fazer o planejamento, coleta e análise de dados. O banco Itaú financiou a pesquisa que, segundo alegado pela própria SMT, só foi realizada para amparar a existência da meta 26 no Programa de Metas. A ANTP doou a pesquisa à SMT.

Após insistência da Câmara Temática de Mobilidade a Pé a pesquisa foi apresentada, e pudemos constatar que, de fato, há alguns falhas problemas incompatíveis com a mensuração do aumento da participação da mobilidade ativa nos deslocamentos urbanos. Por exemplo, a meta de aumento dos deslocamentos da mobilidade ativa ficou em 3,6%, valor percentual que se aproxima da margem de erro da pesquisa, de 2,5%, o que suscita dúvida da efetividade da mensuração.

Apesar da pesquisa trazer alguns levantamentos interessantes sobre o uso de bicicleta e sobre intenção de migração para os modos ativos, ela não identifica demandas ou presença de pessoas com deficiência.

Perdeu-se, portanto, uma oportunidade de construir junto com a sociedade civil uma pesquisa que trouxesse um índice de mobilidade ativa que indicasse a qualidade dos deslocamentos da a pé, de bicicleta e acessibilidade para todas as pessoas.

É preciso romper o paradigma tecnicista da produção de pesquisas de mobilidade urbana e contemplar efetivamente a participação e as demandas das organizações da sociedade civil. Em suma, a pesquisa existe e tem aspectos que podem ser considerados para outros estudos, mas não servirá ao fim que a SMT quer dar a ela, medir a meta de participação dos modos ativos na cidade.

Cidadeapé
Ciclocidade
SampaPé

 

28ª Reunião Geral da Cidadeapé

Todos e todas estão convidados a participar da 28ª Reunião Geral da Cidadeapé, segunda-feira, 31/07/17, às 19h00,  na Câmara Municipal de  São Paulo (Viaduto Jacareí, 100, Bela Vista, São Paulo), próximo ao Metrô Anhangabaú.

Além dos assuntos correntes, vamos discutir um pouco sobre a sinalização para pedestres. Venha dar sua opinião.

As atas das reuniões anteriores estão disponíveis em https://cidadeape.org/atas-da-reunioes-da-associacao/

A reunião é aberta a todos e todas que queiram colaborar.
Venha contribuir para uma cidade mais caminhável! Participe.

PAUTA DA 28ª REUNIÃO GERAL

  • Boas-vindas aos novos participantes (5 minutos)
  • Discussão – Sinalização para pedestre (20 minutos)
  • Informes (programa de metas, licitação dos ônibus, reunião 156/CET, reunião Metrô OD, reunião Metrô assédio sexual, Semana do Caminhar, mesa Como Anda, edital Casa, outros) (40 minutos)
  • Virada sustentável (5 minutos)
  • Estatuto de Pedestre – Hackatona e CTMP (20 minutos)
  • Organização dos trabalhos (formas de organização para atuação nos vários segmentos/ temas, comunicador Slack) (20 minutos)

28ª REUNIÃO GERAL DA CIDADEAPÉ

Dia: Segunda-feira, 31/07/2017
Hora: Das 19h00 às 21h00
Local: Câmara Municipal – Sala Oscar Pedroso Horta
Endereço: Viaduto Jacareí, 100, Bela Vista, São Paulo
Como chegar: Metrô Anhangabaú, ou ônibus R. da Consolação, Av. Brigadeiro Luís Antônio, Terminal Bandeira. A entrada do bicicletário da Câmara é na Rua Santo Antônio. Atenção! A Câmara Municipal de São Paulo passou a pedir documento de identificação com foto (RG ou carteira de habilitação) para cidadãos que visitarem o prédio do Legislativo paulistano.
 

ANTP publica Comunicações Técnicas do 21º Congresso

A ANTP divulgou em seu site os textos das comunicações técnicas apresentadas no no 21º Congresso Brasileiro de Transporte e Trânsito, ocorrido nos dias 28, 29 e 30 de junho, em São Paulo.

Três trabalhos foram apresentados por integrantes da Cidadeapé:

Como a sociedade civil organizada é capaz de influenciar e pautar o poder público
A subestimativa das viagens a pé em São Paulo
Estudos investigativos de atropelamentos e políticas públicas

Os textos destas comunicações técnicas já estão disponíveis em nossa página de Pesquisas e Estudos.

A mobilidade ativa marcou presença no 21º Congresso Brasileiro de Transporte e Trânsito. Foram muitos trabalhos apresentados sobre o tema, inclusive de várias regiões do país.  Por exemplo, sobre Manaus, ‘A qualidade do ambiente de circulação dos pedestres em Manaus, AM‘ e ‘Análise das causas dos acidentes de trânsito em Manaus, AM‘, da Universidade Federal do Amazonas.

Saiba mais

A biblioteca da ANTP está disponível no site. Para pesquisar as comunicações do congresso, escolha a seção ‘Congressos’ e edição ’21º’.

 

 

Foto do post: banner oficial do 21 ºCongresso

Hospital das Clínicas – Relato de visita com a superintendência de planejamento da CET

Em 21 de Junho de 2017 realizamos uma vistoria no viário do entorno do Hospital das Clínicas para avaliar junto com a superintendência de planejamento da CET a caminhabilidade e acessibilidade do local.
Esteve presente a Rosimeire Leite, do setor de planejamento ativo da CET.

O Hospital das Clínicas é o maior Centro Hospitalar da América Latina e isto o torna um importante polo gerador de tráfego de viagens a pé, por este motivo a área exige cuidados especiais devido às condições de mobilidade das pessoas que frequentam suas instalações.

Durante a visita foram discutidos pontos importantes para a mobilidade a pé como largura de calçadas, estado de conservação do piso, localização de faixas de travessia, rampas de acessibilidade e mobiliário urbano.
Os pontos problemáticos foram principalmente cinco locais: R. Teodoro Sampaio, Av. Dr. Enéas Carvalho de Aguiar, o cruzamento da R. Teodoro Sampaio com Av. Enéas Carvalho de Aguiar e os trechos iniciais da Av. Dr Arnaldo e da Av. Rebouças próximos ao Complexo Viário da Avenida Paulista.

1- Rua Teodoro Sampaio
A Teodoro Sampaio é uma das principais ruas do bairro de Pinheiros e o maior centro de comércio da região. Além do alto fluxo de veículos, possui uma alta frequência de ônibus e um enorme fluxo de pedestres. No entorno do Hospital das Clínicas identificamos que as calçadas da Teodoro Sampaio têm largura insuficiente para a quantidade de pessoas que caminham por lá e, principalmente na quadra próxima a Avenida Dr. Arnaldo, possui poucas travessias. Comprometem ainda mais a situação de insegurança viária pela falta de sinalização a largura excessiva de faixas de rolamento, o que permite que os carros desempenhem alta velocidade.

Portanto, sugerimos a implantação de mais faixas de travessia na interseção da Teodoro com a Dr Enéas, devidamente acompanhadas pelo alargamento das calçadas, solucionando inclusive um trecho crítico onde o fluxo a pé se dificulta sobremaneira pela presença de um ponto terminal de ônibus.

2- Av. Dr. Enéas Carvalho de Aguiar
Esta avenida é a via que cruza internamente o centro hospitalar, atendendo os diferentes hospitais lá instalados. Apresenta um constante fluxo de ambulâncias em serviço e altíssimo fluxo de pedestres entre os hospitais, porém sofre com fluxo de carros e muitos carros estacionados.

A partir desta situação observada, propusemos a implantação de faixas de travessias elevadas (lombofaixas), principalmente na entrada e na saída da avenida, além do alargamento das calçadas junto às faixas de travessia já existentes. Outro ponto importante que precisa ser melhorado é a disponibilidade de informações aos caminhantes sobre a localização dos pontos de interesses – hospitais estações de metrô e ônibus próximos – com a implantação de totens informativos com mapa local situacional.

3- R. Teodoro Sampaio x Av. Enéas Carvalho de Aguiar
São diversos os problemas que o pedestre encontra neste cruzamento.

Como falamos a cima, sugerimos a expansão e melhoramento da ilha central da avenida onde está localizado um ponto de ônibus, além da implantação de faixas de travessia para este canteiro cruzando a Teodoro Sampaio. Com a extensão do canteiro central se pretende melhorar o ponto de ônibus, junto com uma proposta da CET de se implantar mobiliário urbano de permanência para as pessoas que frequentam o local. O ponto de ônibus que hoje está na penúltima quadra da Rua Teodoro Sampaio atrai um alto tráfego de pessoas que a largura da calçada não comporta, seria também realocado para o novo canteiro central, oferecendo mais conforto aos usuários.

4- Complexo viário
O Complexo Viário que liga a Rua da Consolação e as avenidas Paulista, Rebouças e Dr. Arnaldo foi construída na década de 70 seguindo os paradigmas rodoviaristas que predominavam naquela época. A ideia previa uma quantidade maior de vias expressas, mas não foi completamente implementada. O resultado foi um complexo viário expresso, mas pontual, sem nenhuma integração com o entorno, gerando uma região árida e repulsiva para os pedestres. Com impacto principalmente nas avenidas Dr. Arnaldo e Rebouças, estas duas vias possuem neste entroncamento longos trechos sem travessias e com largas faixas de rolamento que possibilitam altas velocidades para os veículos e atrapalham a mobilidade ativa como um todo.

5- Avenida Doutor Arnaldo
A Dr. Arnaldo é um exemplo claro do resultado deste Complexo Viário mal implantado. Há um longo trecho, de 2 Km, com apenas uma faixa de travessia (localizada no cruzamento da Avenida Major Natanael). Com isso, a região fica bastante inóspita e insegura para a grande quantidade de pessoas que caminham por lá, além de obstruir os caminhos, reprimindo demandas de travessias e de circulação de pessoas a pé.
Consequentemente, propusemos para os locais próximos ao Complexo Viário alguns alargamentos de calçadas, implantação de faixa de travessia, realocações de pontos de ônibus, e implantação de lombadas eletrônicas para regulamentar a velocidade.

Indicamos que a faixa de travessia a ser implantada deve ser junto ao primeiro ponto de ônibus da via, que se localiza próximo à Rua João Florêncio, sem comprometer o desempenho veicular uma vez que seria operada no mesmo ciclo semafórico do cruzamento com a Major Natanael, e com boa visibilidade pelos condutores nos dois sentidos. Além da falta de travessia em direção ao Hospital Emílio Ribas, também não há ponto de ônibus correspondente do lado oposto da via, o que complementaria os desejos de viagem dos usuários.
Este trecho necessita também de alargamento de calçada, principalmente no acesso à Av. Rebouças, onde falta também um faixa de travessia que dará acesso à Avenida Paulista. Já a lombada eletrônica proposta seria na saída do túnel e irá induzir motoristas à redução de velocidades e alertar que estão adentrando uma zona especial, com alta presença de pessoas com necessidades especiais que frequentam o centro hospitalar.
Também fomos informados da intenção da CET implantar um bolsão de estacionamento ao longo da alça de ligação da av. Dr. Arnaldo para a Av. Rebouças, indicando ociosidade na largura da via. Por este motivo recomendamos alargamento da calçada no ponto de interseção, reduzindo a extensão a ser atravessada pelos pedestres.

6- Av. Rebouças
A Av. Rebouças tem um problema similar aos descritos anteriormente, e não apresenta nenhuma travessia em todo o seu primeiro quilômetro.
A necessidade da travessia fica evidenciada próximo à passarela que atende Av. Dr Enéas Carvalho de Aguiar. Embora a passarela atenda razoavelmente bem parte dos usuários, a alta quantidade de pessoas que atravessa em nível avenida na altura do cruzamento com Alameda Franca demonstra a necessidade de uma travessia em nível para pedestres neste local. Além disso, este tipo de sinalização ajudaria a conter a velocidade dos motoristas neste trecho inicial da via, que é favorecida principalmente por faixas de rolamento largas.
Também é um ponto com alta permanência de pessoas a pé no canteiro central da Avenida Doutor Enéas Carvalho de Aguiar, onde poderia ser alargada a calçada, implantadas travessias em nível e implantado mobiliário urbano de permanência.

Conclusão
Segundo constatamos, com a presença de representantes da CET durante a visita, essas melhorias além de prover mais segurança, comodidade e praticidade às pessoas que já se deslocam no local iriam favorecer deslocamento a pé, atendendo possíveis demandas reprimidas que hoje evitam circular por essas regiões devido à repulsividade e inospitalidade das vias.

Iremos continuar acompanhando com a CET, no ajuste das proposições para que as melhorias sejam implementadas o mais rápido possível. Desejamos profundamente que estas propostas sirvam como exemplo para diversas outras áreas onde a mobilidade a pé foi ignorada e desestimulada na cidade de São Paulo.

Imagem do post: Gilberto de Carvalho

 

Formalização da Cidadeapé: parecerias e fontes de financiamento

Convidamos todas e todos para participar da reunião sobre a formalização da Cidadeapé.

Será no próximo sábado, 24 de junho de 2017, às 10h na Câmara Municipal de São Paulo.

O que será discutido: parcerias e fontes de financiamento

Parcerias: em março, realizamos um levantamento sobre o futuro da Cidadeapé. O questionário foi respondido por 32 pessoas. Das atividades possíveis de atuação, o item “Projetos em convênio com o poder público” obteve respostas contraditórias, sendo assinalado como “muito importante” e “incompatível”. É de extrema importância que este item seja esclarecido para nortear o futuro da associação. Vamos debater para entender quais as formas de parcerias com o poder público são compatíveis ou incompatíveis na visão dos associados.

Duração: 1 hora

Fontes de financiamento: o levantamento realizado em março apontou para uma diversidade de fontes de financiamento, desde que pautadas na transparência e alinhadas com os objetivos da Cidadepé. Serão discutidos os termos do artigo do Estatuto sobre recursos financeiros. Além disso, está aberto edital ICS-Fundo Casa para financiamento de entidades ligadas a mobilidade a pé. Será discutida a possibilidade de enviar um projeto para este edital.

Duração: 2 horas

Prepare-se para a reunião

Leia o Edital ICS-Fundo Casa

Leia abaixo os artigos 2º e 29º da minuta do Estatuto da Cidadeapé (o estatuto está em fase de elaboração; vamos debater apenas o artigo 29º)

Art. 2º A CIDADEAPÉ tem por finalidade:
I – Facilitar a comunicação entre pedestres e o poder público;
Entende-se por pedestre neste estatuto: pessoas, de todas as idades, que se deslocam a pé pela cidade, por qualquer motivo ou distância, servindo-se das vias e calçadas públicas; mas também pessoas com mobilidade reduzida que se servem de cadeiras de rodas, motorizadas ou não, e carrinhos empurrados.
II – Defender a aplicação dos direitos dos pedestres e buscar a ampliação do alcance;
III – Promover o respeito e a valorização da mobilidade a pé na cidade, para fins de transporte, lazer, esporte e saúde, podendo, para esse fim, realizar atividades culturais, comunitárias ou educacionais, bem como desenvolver pesquisas, estudos, cursos e treinamentos técnicos ou prestar consultoria e assessoria;
IV –  Atuar junto a organizações governamentais, legislativas, judiciárias, empresariais e da sociedade civil em prol de boas condições para o deslocamento a pé na cidade, em termos de infraestrutura e sinalização, assim como o desenvolvimento de um sistema de mobilidade a pé em rede acessível, coerente e conectada, garantindo o direito de ir e vir a pé com segurança, conforto, tranquilidade e dignidade;
V –  Promover cidades mais humanas, seguras, pacíficas, inclusivas, acessíveis e saudáveis por meio do estímulo ao deslocamento ativo, à convivência e ao compartilhamento dos espaços de circulação e ao uso democrático e moderado das vias por todos os atores do trânsito;
VII – Coletar dados, produzir estudos, materiais e publicações, bem como promover cursos e treinamentos.
Parágrafo Único – A CIDADEAPÉ não distribui entre os seus associados, conselheiros, diretores, empregados ou doadores eventuais excedentes operacionais, brutos ou líquidos, dividendos, bonificações, participações ou parcelas do seu patrimônio, auferidos mediante o exercício de suas atividades, e os aplica integralmente na consecução do seu objetivo social, de acordo com a Lei 9.790/99, art.1º, Parágrafo Único. 

Art. 29º Os recursos financeiros necessários à manutenção da instituição poderão ser obtidos por:
I – Termos de Parceria, Convênios e Contratos firmados com o Poder Público para financiamento de projetos na sua área de atuação;
II – Contratos e acordos firmados com empresas e agências nacionais e internacionais;
III – Contribuições dos associados, nos valores e termos definidos no Regimento Interno da Associação;
IV – Doações, legados e heranças;
V – Rendimentos de aplicações de seus ativos financeiros e outros, pertinentes ao patrimônio sob a sua administração;
VI – Recebimento de direitos autorais e venda de produtos, serviços, inscrições em eventos da Associação, etc. 

Saiba mais

Do Código Civil (http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/2002/L10406.htm), leia o Capítulo II do Título III, artigos 53 a 61.

Venha contribuir para o futuro da Cidadeapé e construir uma cidade mais caminhável!

Reunião Formalização da Cidadeapé

Dia: Sábado, 24 de Junho de 2017
Hora: Das 10h às 13h
Local: Câmara Municipal – Sala Tiradentes, 8o andar
Endereço: Viaduto Jacareí, 100, Bela Vista, São Paulo
Como chegar: Metrô Anhangabaú, ou ônibus  R. da Consolação, Av. Brigadeiro Luís Antônio, Terminal Bandeira.  A entrada do bicicletário da Câmara é na Rua Santo Antônio. Atenção! A Câmara Municipal de São Paulo passou a pedir documento de identificação com foto (RG ou carteira de habilitação) para cidadãos que visitarem o prédio do Legislativo paulistano.
 

A importância dos dados de acidentes da CET

A Secretaria Municipal de Mobilidade e Transportes (SMT) realizou na última sexta-feira (9/6) coletiva de imprensa a portas fechadas para divulgar dados de acidentes e mortes no trânsito no ano de 2016.

Nos anos anteriores, a CET costumava publicar os dados anuais consolidados de acidentes de trânsito no mês de abril. Este ano, no entanto,  só em junho a empresa disponibilizou os dados referentes a 2016. Lamentamos essa demora, pois os dados são essenciais para o desenvolvimento de políticas públicas e para a avaliação de seus resultados. Vale lembrar que os números de 2016 são anteriores ao aumento dos limites de velocidade nas marginais Tietê e Pinheiros, ocorrido em 25 de janeiro deste ano. O relatório está disponibilizado no site da CET.

Durante reunião da Câmara Temática de Mobilidade a Pé, ocorrida quinta-feira (8/6), a Cidadeapé e outras associações protocolaram pedido dos dados de acidentes de 2016. Só naquele momento a SMT informou aos presentes que haveria coletiva de imprensa na sexta-feira (9/6), às 14h30 para a divulgação dos dados. Poucas horas antes do início da coletiva, fomos informados que somente jornalistas teriam acesso ao evento.

Dados de acidentes e vítimas de trânsito são fundamentais para o desenvolvimento de estudos, análises e ações de prevenção buscando a diminuição dos riscos para as pessoas em seus deslocamentos pela cidade – qualquer que seja seu modo de transporte.

Segundo a Organização Mundial da Saúde:

“O trânsito é vital para o desenvolvimento. Infelizmente, a pouca atenção dada à segurança desse setor fez com que os sistemas de trânsito fossem se desenvolvendo de maneira desregrada, causando uma perda significativa de vidas, saúde e riqueza. Para reverter essa situação, dados confiáveis e precisos são necessários para aumentar a consciência sobre a magnitude real dos acidentes de trânsito e também para convencer os tomadores de decisão de que há uma demanda real e urgente por ações eficazes.” (p. viii)

O Brasil, como signatário da Década de Segurança Viária da ONU, tem meta para alcançar índice de 6,0 mortos para cada 100 mil habitantes em 2020, equivalente a 50% do índice de 2010. São Paulo terminou o ano de 2015 com índice geral 8,3, e índice de 3,5 pedestres mortos para cada 100 mil habitantes. O ano de 2016 terminou com 7,1 no índice geral, sendo 2,8 o índice de pedestres.

ACIDENTES COM VÍTIMAS EM NÚMEROS

Acidentes no município de São Paulo 2015 2016
Mortos a cada 100 mil veículos

8,3

7,1

Total de mortos

992

854

Total de acidentes

20.260

16.052

Acidentes por dia (aprox)

2,7

2,3

Acidentes por mês (aprox)

1690

1340

Acidentes nas Marginais 2015 2016
Total de acidentes  762 472
Feridos  875 540
Mortos  46 26

Fonte: Relatório de Anual de Acidentes de Trânsito CET – 2016 e Relatório de Anual de Acidentes de Trânsito CET – 2015

 

 

 

27ª Reunião Geral da Cidadeapé

Todos e todas estão convidados a participar da 27ª Reunião Geral da Cidadeapé, segunda-feira, 19/06/17, às 19h30, no IAB (R. Bento Freitas, 306 – Vila Buarque, São Paulo – SP), próximo ao Metrô República.

[As reuniões da Cidadeapé ocorrem na última segunda-feira do mês. Excepcionalmente, em junho, a data foi mudada por conta de conflito de agenda com a audiência pública da licitação do sistema de ônibus]

As atas das reuniões anteriores estão disponíveis em https://cidadeape.org/atas-da-reunioes-da-associacao/

A reunião é aberta a todos e todas que queiram colaborar.
Venha contribuir para uma cidade mais caminhável! Participe.

PAUTA DA 27ª REUNIÃO GERAL

  • Boas-vindas aos novos participantes
  • Informes
  • Encaminhamentos Legislações ( PLC 26/2010 – Gesto do pedestre; PL 619/2011 – Calçadas)
  • Estatuto de Pedestre – Próximos passos
  • Comissão Permanente de Calçadas – Participação
  • Edital Casa – Mobilidade a pé e mudança do clima
  • Pesquisa Pedestre CTMP
  • GT 156 – CTMP
  • GT Comunicação do Fórum Metropolitano de Secretários de Mobilidade e Transportes
  • Câmara Temática – Participação

27ª REUNIÃO GERAL DA CIDADEAPÉ

Dia: Segunda-feira, 19/06/17
Hora: Das 19h30 às 21h30
Local: IAB – Instituto de Arquitetos do Brasil
Endereço:R. Bento Freitas, 306 – Vila Buarque, São Paulo – SP
Como chegar: Metrô República
 

26ª Reunião Geral da Cidadeapé

Todos e todas estão convidados a participar da 26ª Reunião Geral da Cidadeapé, segunda-feira, 29/05/17, às 19hs, na Câmara Municipal de  São Paulo (Viaduto Jacareí, 100, Bela Vista, São Paulo), próximo ao Metrô Anhangabaú.

A reunião é aberta a todos e todas que queiram colaborar.

Venha contribuir para uma cidade mais caminhável! Participe.

PAUTA DA 26ª REUNIÃO GERAL

  • Boas-vindas aos novos participantes
  • Encaminhamentos Legislações ( PL 619/2011 – Calçadas e PL 617/2011 – Estatuto do Pedestre)
  • Calçada Nova e Multirão Mário Covas
  • Câmara Temática – Participação e encaminhamentos
  • Informe ACP Ciclocidade
  • Maio Amarelo – Informes de Acompanhamento
  • Congresso da ANTP (28-30 Junho 2017)
  • Formalização da Cidadeapé
  • Estratégia de ação da Cidadeapé

26ª REUNIÃO GERAL DA CIDADEAPÉ

Dia: Segunda-feira, 29/05/17
Hora: Das 19h às 21h
Local: Câmara Municipal – Sala Luiz Tenório de Lima, no 1º Subsolo
Endereço:Viaduto Jacareí, 100, Bela Vista, São Paulo
Como chegar: Metrô Anhangabaú, ou ônibus  R. da Consolação, Av. Brigadeiro Luís Antônio, Terminal Bandeira.  A entrada do bicicletário da Câmara é na Rua Santo Antônio. Atenção! A Câmara Municipal de São Paulo passou a pedir documento de identificação com foto (RG ou carteira de habilitação) para cidadãos que visitarem o prédio do Legislativo paulistano.